China suspende importação de três modelos da Renault
da France Presse, em Pequim
da Folha Online
A China anunciou a suspensão das importações de três modelos da montadora francesa Renault, por considerar que não correspondem aos critérios de segurança.
Os modelos que tiveram as importações suspensas são o Laguna Ph2, Scenic e Megane Ph2.
As autoridades anunciaram ter detectado graves problemas de segurança, mas não explicaram quais, e alegaram que a decisão pretende proteger os consumidores chineses.
As vendas de carros na China tiveram um aumento de 34% em maio, segundo dados divulgados ontem pela Caam (Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, na sigla em inglês). A produção no mês passado totalizou 1,12 milhão de unidades.
No ano passado, as vendas tiveram um crescimento de 6,7%, chegando a 9,38 milhões de unidades.
Nos primeiros cinco meses deste ano, as vendas de veículos na China cresceram 14%, para 4,96 milhões de unidades, na comparação com o mesmo período de 2008, segundo a associação.
Segundo analistas ouvidos pelo diário americano "The Wall Street Journal" ("WSJ"), os dados mostram que os consumidores chineses está respondendo de modo favorável às medidas do governo para impulsionar as vendas de veículos pequenos, incluindo subsídios e redução de impostos.
As vendas de micro-ônibus --um dos segmentos beneficiados pelas medidas-- registraram um aumento de 84% no mês passado, na comparação com o ano anterior, para 172.600 unidades. As vendas de carros cresceram 42% na mesma comparação, e as de SUVs (veículos esportivo-utilitários, na sigla em inglês) cresceram 26%, para 47.700 unidades.
Para os analistas ouvidos pelo "WSJ", no entanto, o aumento expressivo até o momento pode significar que os consumidores estão antecipando suas compras, o que deixaria o mercado automotivo sem fôlego nos próximos meses. A expectativa para o ano como um todo, no entanto, é de resultado positivo.
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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