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Dinheiro
10/06/2009 - 14h30

China suspende importação de três modelos da Renault

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da France Presse, em Pequim
da Folha Online

A China anunciou a suspensão das importações de três modelos da montadora francesa Renault, por considerar que não correspondem aos critérios de segurança.

Os modelos que tiveram as importações suspensas são o Laguna Ph2, Scenic e Megane Ph2.

As autoridades anunciaram ter detectado graves problemas de segurança, mas não explicaram quais, e alegaram que a decisão pretende proteger os consumidores chineses.

As vendas de carros na China tiveram um aumento de 34% em maio, segundo dados divulgados ontem pela Caam (Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, na sigla em inglês). A produção no mês passado totalizou 1,12 milhão de unidades.

No ano passado, as vendas tiveram um crescimento de 6,7%, chegando a 9,38 milhões de unidades.

Nos primeiros cinco meses deste ano, as vendas de veículos na China cresceram 14%, para 4,96 milhões de unidades, na comparação com o mesmo período de 2008, segundo a associação.

Segundo analistas ouvidos pelo diário americano "The Wall Street Journal" ("WSJ"), os dados mostram que os consumidores chineses está respondendo de modo favorável às medidas do governo para impulsionar as vendas de veículos pequenos, incluindo subsídios e redução de impostos.

As vendas de micro-ônibus --um dos segmentos beneficiados pelas medidas-- registraram um aumento de 84% no mês passado, na comparação com o ano anterior, para 172.600 unidades. As vendas de carros cresceram 42% na mesma comparação, e as de SUVs (veículos esportivo-utilitários, na sigla em inglês) cresceram 26%, para 47.700 unidades.

Para os analistas ouvidos pelo "WSJ", no entanto, o aumento expressivo até o momento pode significar que os consumidores estão antecipando suas compras, o que deixaria o mercado automotivo sem fôlego nos próximos meses. A expectativa para o ano como um todo, no entanto, é de resultado positivo.

Comentários dos leitores
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Mesmo com aquecimento global, Conferência do clima em Copenhague e tudo, o setor petrolífero e automotivo voltam à todo vapor com pesados investimentos. Como se não bastasse o egocentrismo da emergente classe média em não abrir mão de um "direito" à propriedade de um veículo, não se importando com as consequências no trânsito. Mesmo com pesados investimentos em transporte público, o argumento é que ele ainda continua precário.
"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Vamos ver se desta vez eles efetivam os terceiros residentes, uma vergonha ter mais de 4 mil terceiros da planta Anchieta para obter o mesmo produto final e pagando salários abaixo da média para eles... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
A respeito do setor de autopeças. Creio que dada as isenções de ipi aos automoveis, faltou dar uma salvaguarda para incrementar, prestigiar o produtor de autopeças aqui radicados, inclusive poderia auxiliar a players internacionais para produzirem aqui, inclusive para exportações em futuro ser atual crise vividas em diversos paises. (por conceito sou favoravel ao livre mercado e livre iniciativa, a desoneração de impostos e ou entraves burocraticos, mas eventualmente o mercado e o país deve dar certa salvaguarda, mas sempre por periodo menor possivel).
Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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