Dinheiro
10/06/2009 - 21h26

Standard & Poor's reduz nota da Petrobras, mas mantém grau de investimento

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da Folha Online

A agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu nesta quarta-feira o rating da Petrobras de "BBB" para "BBB-", o que a mantém na faixa do grau de investimento.

O relatório da agência aponta para indicadores financeiros apertados no médio prazo, "visto que consideramos o expressivo montante de investimentos da empresa para os próximos cinco anos e incorporamos nossas estimativas de longo prazo para os preços do petróleo no mercado internacional, e a queda nos preços do diesel e da gasolina no mercado interno".

"O alto volume de US$ 174,4 bilhões a ser investido nestes cinco anos, em um cenário de preços mais baixos para o petróleo nos mercados internacional e doméstico no longo prazo, deverá resultar em um fluxo de caixa operacional livre negativo bastante elevado durante este período, demandando grandes esforços de financiamento", disse a agência em relatório.

"Nossas projeções indicam que se a Petrobras implementar suas metas de investimentos de acordo com o cronograma divulgado, poderemos esperar índices mais fracos de proteção do fluxo de caixa, como geração interna de caixa sobre dívida total em torno de 25% até 2011 em relação ao patamar atual de 60%", acrescentou a S&P.

A agência ressaltou, no entanto, que vê "como favoráveis as perspectivas de negócios da Petrobras". "Os investimentos da empresa resultam em sua maior parte das excelentes perspectivas de produção de sua atual carteira de projetos e também das descobertas de petróleo na camada pré-sal".

Comentários dos leitores
alexandre bakunin (110) 25/11/2009 17h55
alexandre bakunin (110) 25/11/2009 17h55
Tenho duas dúvidas e espero que os colegas me esclareçam:
1 - Que todos querem participar dos bonus do pré-sal é fácil compreender. Mas vamos imaginar que por uma obra do destino estas operações causem uma enorme catástrofe ecológia e que tenhamos que pagar indenizações alguém ou outro Estado, como Argentina, por exemplo. Pergunto se os Estados brasileiros que ora desejam participar desta boquinha estarão também de acordo em arcar com os riscos (onus).
2 - Será que temos mesmo competência para fazer este tipo de perfuração ? Será que não corremos o risco de desabar o fundo do mar drenando água para o buraco ? Lembrem-se que uma burrada da Russia condenou o mar de Aral a secar.
sem opinião
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Euclydes Uchôa (6) 25/11/2009 10h13
Euclydes Uchôa (6) 25/11/2009 10h13
Dos comentários do Sr. Governador do RJ deduzimos que:a) o mesmo JAMAIS terá capacidade de ser Presidente da República, pois seu País é o RJ;b)JAMAIS terá o alcance da igualdade entre os povos, pois sequer a quer praticada em seu País;c) É um "garotinho" egoísta e mimado, pois só quer o apoio do 'resto" dos Estados qd é para o Rio sediar jogos Pan Americanos e Olimpíada. d) Não tem visão alguma de admnistração: funcionário público e aposentados existe em todo Brasil(Meu Deus, que egoísmo).e) Deseja sim aumentar a tão sofrida divisão de renda existente em nosso País. sem opinião
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José Sanchuk (2) 25/11/2009 09h44
José Sanchuk (2) 25/11/2009 09h44
A questão é que na hora que for vender o petroleo o país membro da opep pode boicotar o petroleo brasileiro baixando o preço do seu produto, pois todo seu petroleo é de superficie, portanto muito mais barato para ser produzido. Qual será o preço do nosso petroleo para retirar no pré-sal, no minino o doblo dos paises da opep, quem garante que havera mercado para todos os produtores, muito deles gasta muito e precisa fazer mais caixa, como muito comprador esta diminuindo sua compra, haverá sobra de petroleo pois com a nova onda é proteger o meio ambiente se usara fontes menos poluidoras, o Rio tem o direito de pedir pois esta em seu dominio. sem opinião
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