Dinheiro
16/06/2009 - 11h33

Confiança do consumidor sobe pela 3ª vez seguida em São Paulo

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da Folha Online

O consumidor paulistano está mais otimista quanto à melhora da situação econômica no segundo semestre deste ano e o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) da Fecomercio (Federação do Comércio de São Paulo) subiu 7% em junho contra maio, aos 134,5 pontos. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador.

O indicador varia numa escala de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse patamar.

"Melhoras na margem da economia global e sinais positivos cada vez mais generalizados dos indicadores da atividade econômica referentes ao segundo trimestre impulsionaram positivamente a confiança do consumidor para o segundo semestre", informou o estudo.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o índice registrou queda de 5,9%. para o economista da Fecomercio Thiago Freitas, a elevação em junho, ante maio, é sinal de tendência de alta da confiança e pode garantir um período um pouco melhor para as vendas do comércio.

"O nível de atividade está sujeito aos ciclos de crescimento econômico e eles condicionam a confiança do consumidor. Logo, a evolução favorável do poder de compra do consumidor e a volta do crédito para aquisição de determinados bens foram fundamentais para reforçar suas percepções positivas sobre a economia", explica Freitas.

Conforme a pesquisa, tanto o índice que avalia a situação presente (ICEA) quanto o índice que indica a percepção do consumidor quanto ao futuro (IEC) apontaram alta do otimismo em junho.

Relacionado com a percepção que o consumidor tem sobre emprego e renda, o ICEA subiu 7,1%, registrando 125,7 pontos. "Por se tratar de um indicador tipicamente de curto prazo, o mais relevante é a análise na margem, ou seja, o consumidor parece acreditar que o pior pode ter passado."

Já o IEC, analisado por renda, destacou elevação de 15,6% (para 168,7 pontos) da confiança dos paulistanos com renda superior a 10 salários mínimos.

Comentários dos leitores
Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h52
Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h52
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h51
Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h51
LULA: estimulou a criação de emprego e reduziu o desemprego deixado por FHC de 13% para 7,5% (em outubro de 2009). Os salários tiveram recuperação da perda deixada por FHC e o salário mínimo mais que dobrou (o resultado foi a movimentação econômica e a queda do desemprego)
FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
(CONTINUA)
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Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h50
Henrique Silva (184) 28/11/2009 00h50
Só pra esclarecer algumas diferenças na política econômica do governo LULA e a (des)política do governo tucano:
FHC: Atrelou o real com o dólar durante metade de seu governo, o que fez com que o país se endividasse irresponsavelmente. Isto para poder importar produto barato manter a inflação baixa, mas muitas empresas nacionais quebrarem e o desemprego dobrar em apenas 4 anos. Em 1999 (após as eleições) aderiu ao câmbio flutuante e endividou ainda mais a dívida do país (que estava em dólar). Ao ser socorrido pelo FMI perdeu a autoridade de seu governo e a política econômica passou a ser comandada pelo Fundo Monetário Internacional.
LULA: Não tentou pirotecnia, como atrelamento de câmbio, estimulou as exportações (que mais que triplicou em seu governo), protegeu empresas nacionais com crédito, transformou a dívida em dólar em dívida em real, reduziu a dívida deixada por FHC de 67% do PIB para 42% do PIB (e com previsão de queda ainda maior para os próximos anos).
FHC: o país parou de investir em infra-estrutura para poupar dinheiro para pagar a dívida externa que ele mesmo explodiu em seu desgoverno.
LULA: colocou o país novamente como promotor do crescimento e realiza obras para combater os gargalos em infra-estrutura que se acumularam durante 20 anos.
FHC: sua política provocou crescimento do desemprego, que saiu da casa dos 6% para 13%. Sua política de arrocho salarial provocou o esfriamento econômico por falta de consumo e aumento das desigualdades sociais.
(CONTINUA)
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