Bovespa recupera terreno após indicadores dos EUA; dólar vale R$ 1,94
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) mostra recuperação, num dia de notícias positivas tanto do front externo quanto da economia doméstica. Nos EUA, o setor industrial melhorou, enquanto a inflação foi menor do que o previsto. No Brasil, a queda nas vendas foi mais suave do que muitos analistas estimavam. A taxa de câmbio recua para R$ 1,94.
O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, avança 0,69% e bate os 52.394 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,24 bilhão. Nos EUA, a Bolsa de Nova York subia 0,26%.
O dólar comercial é negociado por R$ 1,940, em um decréscimo de 0,66% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 272 pontos, número 0,36% abaixo da pontuação anterior.
Entre as principais notícias do dia, Fed (Federal Reserve, o BC americano) mostrou que a produção industrial dos EUA teve queda de 1,1% em maio contra abril, a pior variação desde março (retração de 1,8%). A taxa, no entanto, não foi tão desastrosa quanto as projeções de boa parte dos economistas, que esperavam declínio em torno de 1,5%.
Ainda nos EUA, o Departamento de Comércio revelou que a inflação de maio foi de 0,2% pela leitura do PPI (Índice de Preços ao Produtor, na sigla em inglês, que registra a variação de preços no atacado). A variação foi inferior ao estimado por vários economistas do setor financeiro. Nos 12 meses até maio, o PPI registrou queda de 5%, a maior em quase 50 anos.
O mesmo órgão informou que o ritmo de construção de casas em maio teve o maior crescimento em três meses --17,2%00, após a queda histórica do mês anterior. O estoque de casas em construção chega a 532 mil, ante projeções que apontavam 500 mil.
No front doméstico, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comunicou que as vendas no comércio no país em abril caíram 0,2%, na comparação com março, quando houve queda de 0,5% (dado revisado).
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Especial


LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
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FHC: Atrelou o real com o dólar durante metade de seu governo, o que fez com que o país se endividasse irresponsavelmente. Isto para poder importar produto barato manter a inflação baixa, mas muitas empresas nacionais quebrarem e o desemprego dobrar em apenas 4 anos. Em 1999 (após as eleições) aderiu ao câmbio flutuante e endividou ainda mais a dívida do país (que estava em dólar). Ao ser socorrido pelo FMI perdeu a autoridade de seu governo e a política econômica passou a ser comandada pelo Fundo Monetário Internacional.
LULA: Não tentou pirotecnia, como atrelamento de câmbio, estimulou as exportações (que mais que triplicou em seu governo), protegeu empresas nacionais com crédito, transformou a dívida em dólar em dívida em real, reduziu a dívida deixada por FHC de 67% do PIB para 42% do PIB (e com previsão de queda ainda maior para os próximos anos).
FHC: o país parou de investir em infra-estrutura para poupar dinheiro para pagar a dívida externa que ele mesmo explodiu em seu desgoverno.
LULA: colocou o país novamente como promotor do crescimento e realiza obras para combater os gargalos em infra-estrutura que se acumularam durante 20 anos.
FHC: sua política provocou crescimento do desemprego, que saiu da casa dos 6% para 13%. Sua política de arrocho salarial provocou o esfriamento econômico por falta de consumo e aumento das desigualdades sociais.
CONTINUA
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