Depósitos na caderneta de poupança triplicam em junho
da Folha Online
Menos de um mês após o governo propor novas regras na poupança para impedir a migração de recursos dos fundos de investimento, triplicou a captação diária média de recursos da caderneta, mostra reportagem de Toni Sciarretta publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
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Nos primeiros sete dias úteis de junho, a poupança somou R$ 2,018 bilhões (média diária de R$ 288,4 milhões) em novos depósitos, já descontados os saques, segundo o Banco Central. O volume é maior que toda a captação líquida de maio, que foi o melhor mês do ano para a caderneta, quando os depósitos somaram R$ 1,881 bilhão (R$ 94 milhões diários).
O boom nas aplicações na poupança ocorre no momento em que a maioria dos fundos de investimento DI (que seguem a Selic, hoje em 9,25%) já perde em rendimento para a poupança. Só os fundos que cobram taxas de administração inferiores a 1,25% conseguem ser competitivos em relação à caderneta.
O governo anunciou, em maio, a tributação de cadernetas com mais de R$ 50 mil. A cobrança, que deve valer a partir de 2010, ocorrerá quando a taxa Selic estiver abaixo de 10,50% ao ano.
Com retorno menor, os fundos DI perderam R$ 2,284 bilhões, e os de renda fixa, R$ 1,696 bilhão nos primeiros sete dias úteis do mês, segundo a Anbid (associação dos bancos de investimento). Se a poupança mantiver o mesmo ritmo de captação, poderá terminar junho com aporte de mais de R$ 6 bilhões.
Leia a notícia completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
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Especial


Em vez de contratar auditores, invista nas escolas, infraestrutura, saúde.
Governo PT não tem foco estratégico. País continua mal educado, pobre sem numero significativo de empresas de tecnologia e engenharia e cheio de servidores e funcionarios publicos e mesmo assim o serviço publico oferecido para sociedade é ruim.
Cidadão brasileiro só tem deveres e obrigações para sustentar toda essa máquina publica ineficiente.
Com esse modelo que temos, o país chegou ao seu limite de crescimente, onde o gargalo é a caríssima máquina pública, que sempre esta no vermelho.
Quem ler o Direito Administrativo, verá que o Brasil é país de funcionario público e todos devem sustentar "à força" tudo isso.
[]s
Eduardo.
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