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Dinheiro
22/06/2009 - 17h10

Presidente do BC europeu diz que "ainda há riscos" de turbulência financeira

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da Efe, em Madri

O presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean-Claude Trichet, alertou hoje em Madri que "ainda há riscos de que turbulências financeiras" inesperadas surjam, e por isso defendeu não baixar a guarda.

"Embora existam os primeiros sinais de que o ritmo de enfraquecimento econômico está diminuindo, devemos permanecer alertas", assegurou Trichet em um fórum na capital espanhola.

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"Estamos em território desconhecido e ainda há riscos de turbulências financeiras inesperadas", acrescentou o presidente do BCE, ao destacar que a atual crise está demonstrando ser "a mais profunda" em nível global desde a Segunda Guerra Mundial.

Neste sentido, explicou que é preciso restaurar a confiança e assentar bases para conseguir, após a recessão econômica, uma "prosperidade sustentável, mediante propostas ousadas e ao mesmo tempo seguras."

"O BCE fará tudo o que for necessário para continuar como âncora estável e sólida nestes momentos tão difíceis", afirmou Trichet.

O presidente da entidade bancária afirmou que a recuperação econômica depende do setor financeiro e que é necessário conduzir uma reestruturação dos bancos para que estes possam conceder empréstimos com normalidade, "como é seu dever."

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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