Dinheiro
23/06/2009 - 08h31

Citigroup aposta no crescimento dos emergentes para vencer crise

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TONI SCIARRETTA
da Folha de S.Paulo

O presidente mundial do Citigroup, o indiano Vikram Pandit, disse ontem que o conglomerado aposta na expansão dos mercados emergentes, que terão desempenho superior ao das economias maduras, como um dos principais fatores para garantir a sua própria recuperação. O grupo foi socorrido pelo governo dos EUA, que nele injetou US$ 45 bilhões e assumiu 35% do capital.

Segundo Pandit, os mercados emergentes somarão até três quartos do mercado mundial do Citibank.

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Para o presidente mundial do banco, a economia global continuará dependendo do consumo do norte-americano, mas será moldada nos próximos anos por dois diferentes vetores: a globalização e o crescimento dos mercados emergentes.

"O Citi está posicionado nos dois. Estamos convencidos de que os mercados emergentes vão descolar dos mercados desenvolvidos. Temos uma presença forte nos EUA e ainda continuaremos assim. Mas também seremos a maior empresa financeira dos mercados emergentes. E o maior 'player' da globalização", afirmou.

Em sua segunda viagem ao Brasil como presidente do Citi, Pandit fez questão de falar com a imprensa. Ele voltou a afirmar que o Brasil é uma "unidade chave" e descartou se desfazer das operações no país, como o mercado comenta desde 2008.

Pandit disse que se reuniu também com clientes e pessoas da equipe, nas quais sentiu um otimismo crescente. "Temos um sentimento bastante diferente do que em novembro, na última vez em que estive aqui. Há uma expectativa de que o consumo brasileiro continue bem, mudaram as perspectivas para as exportações e há um grande otimismo. Este é um lugar importante para estar."

Nos últimos meses, o Citi acelerou o investimento em propaganda para mostrar que, apesar de viver sua maior crise lá fora, continua com presença sólida nos principais países do mundo. No Brasil, o Citi veiculou campanha institucional da agência Publicis para reforçar a sua proximidade tanto de cartões postais brasileiros, como o Cristo Redentor, como internacionais, como a Estátua da Liberdade.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 15h11
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 15h11
A respeito de questões condominial. Sendo um problema a nivel "nacional", existindo caso da maior gravidade, abritariedades, absurdos de toda ordem e sorte, indo de pequenos prejuizos a casos de condenações e ordenação a crimes. Tem se ótimos sindícos, administradores exemplares e ou até profissionais. Mas o que preocupam são maus exemplos, tanto como administradores e ou como pessoas, que não servem de referência para nada. È perigoso dar vitória a sindíco e conselheiros e ou seus seguidores e ou patrocinadores e ou usualmente que participam da divisão, lucros, em casos especificos são milhões de reais (sequer auditados pela receita federal). No Geral é de se dar ao condominio da glória, a vitória, o justo, o correto ao coletivo,ao comunitário, e a pessoas que são merecedoras de mérito. Isto ocorre tanto em residenciais como em nos chamados comerciais, e até em condonios representativos de shopping center, que por imposição ditam condutas dos "comerciantes" os obrigam a se calarem, não divulgarem coisas que poderiam auxiliar, evitar "vitimas", a exemplos de ocorrencias recentes em SP. Geralmente tais pessoas chegam á tal nivel de intervenção e diretamente e ou indiretamente se apoderam de bens e ou direitos, mas dada a capacidade de articulações e uso e abuso de poder econômico, já existe casos de tais pessoas e ou associadas se vangloriarem de seus feitos, a serem "nortais, pessoas comuns", só resta se lamentar, as leis não os auxilam, lhe garante nada....Só relatar ao I.R. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 13h10
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 13h10
A respeito de direitos condominal. Mesmo pensando se r uma coisa absurda o condomino depender da intervenção ou intermediação "externa" para solucionar questões, que sequer deveriam existir. Espero que no ato, na lei do deputado, seja instituido de maneira profissional, em em prol da imparcialidade, em rol dos direitos da cidadania e de pessoas de boa fé. Se de prioridade para profissionais qualificados, auditores de contas e contratatos, especialistas em direitos humanos, tecnicos auditores em processos construtivos e ou de reformas, tecnicos especialistas em segurança e assuntos correlatos, especialistas em criminalistica, em esquemas contra patrimônios, bens e direitos, creio que uma meia duzia de especialistas. Pode parecer serem coisas sem importancia, mas na atualidade isto já é tido como um nascedouro de criminalidade que estão se ramificando para a politica em todos os niveis e todos os graus da ciminalidade e subversão da ordem pública. Certamente não vai precisar de uma grande extrutura, mas sim de bom profissionais, idoneos, e habeis negociadores e ou interventores, pessoas capazes de restabelecer a boa ordem geral, independente do nivel e ou graduação das pessoas e ou "condominios" emvolvidos.... Direitos e deveres a todos, nada de imposições, por qualquer razão e ou causa, de força fisica e ou até ade uso ou abuso de poder econômico.... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 12h05
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 12h05
A Respeito de questões condominial. Existem bons administradores, bons condominos, mas o inverso para para os dois lados também é verdadeiro. Mas dado o grande poder atribuido a certas pessoas, existindo casos extremos, aberrações, questões de direitos humanos, de coisas basicas, a esquemas elaboradissimos, coisa própias a mentalidade de bandidos e ou quadrilheiros, e quase sempre fazem atos de maneira aparentemente legal, e ou concentidas, mesmo que de maneira e ou favor de falsa legitimidade e ou legalidade, coisas que vão de contra o bem comum, do condomínio e dos condominos a contra os direitos pessoais, moral, ético e do patrimônio e ou de direitos de toda ordem e sorte. Este tipo de "Deuses" "coronéis" "ditadores" "carrascos","marginais", subversivos" sequer suportão a ação de instituição legal que seja em prol dos direitos e da lei, sequer resistem a uma boa auditoria. Atificio e apelação que sempre fazem empuram ao condomino as custas de possiveis auditorias, ações, laudos. Fazem os absurdos de toda ordem e sorte, picaretagem, isto quando não ameaçam a integridade fisica, moral, e ética do prejudicado reclamante por direitos minimos.......... sem opinião
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