Obama defende trabalho de Bernanke à frente do Fed
da Efe, em Washington
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu nesta terça-feira o trabalho do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, à frente da instituição, ao considerar que fez um "trabalho notável em condições muito difíceis".
Obama deu tais declarações em entrevista coletiva na Casa Branca, a primeira que concede sozinho desde o dia 29 de abril, na qual falou sobre a independência energética e a reforma na saúde, entre outros assuntos.
Ele não comentou se irá indicar Bernanke novamente para o cargo em janeiro, e afirmou que o Fed poderia ter feito um trabalho melhor em antecipar-se ao risco sistêmico nos mercados apresentado pela crise financeira.
Obama afirmou, no entanto, que o Fed se saiu melhor que a maioria dos órgãos reguladores do mercado financeiro. "Houve muitas brechas para evitar que esta crise ocorresse, e o Fed seguramente o fez melhor do que outros reguladores, mas, mesmo assim, não fez todo o possível para prevenir que ocorresse", argumentou Obama.
No último dia 17, Obama apresentou uma proposta de reforma do sistema de regulação do mercado financeiro. A proposta inclui a concessão de mais poderes ao Fed para fiscalizar instituições financeiras que possam colocar em risco o sistema financeiro como um todo, caso quebrem.
Ele defendeu a reforma, afirmando que ela fortalecerá os poderes de controle e supervisão do Fed. "O importante não é se o Fed reforçará ou não seus poderes, mas se é capaz de fazer mais para evitar os riscos sistêmicos que podem nos levar a outra crise", afirmou.
Leia mais notícias sobre o Federal Reserve
- Parlamentares dos EUA resistem a atribuir mais poder ao Fed
- Fed continuará independente após reforma de regulação financeira, diz Tesouro
- Ritmo de contração de manufaturas nos EUA diminui em junho, diz Fed
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Veto à venda do Speedy prejudica provedores e novos clientes, diz associação
- Consumo de energia cai pelo sexto mês consecutivo em maio
- Lula diz que prefere dar dinheiro à população a desonerar impostos
Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar