Dinheiro
24/06/2009 - 14h42

Fabricantes de móveis pedem redução de IPI para combater importados

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da Folha Online

Os fabricantes de móveis e painéis de madeira também se movimentam para conseguir benefício fiscal por parte do governo, assim como os setores automotivo e de eletrodomésticos, e pedem redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para compensar perdas com a crise econômica e o aumento de produtos importados.

O pedido de redução foi feito pelo presidente da Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), José Luiz Diaz Fernandez, e pelo presidente da Abipa (Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira), José Goulart de Carvalho, ao ministro do Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

As entidades querem redução da alíquota do imposto para zero nos próximos seis meses e, após esse período, uma equalização do IPI que incide sobre os móveis em geral, painéis de madeira e componentes.

As entidades afirmaram que querem igualdade de tratamento entre as empresas do mesmo setor. "Este pleito visa a sustentabilidade e competitividade da indústria moveleira", afirmam.

De acordo com os fabricantes, a desvalorização do câmbio, os aumentos constantes dos insumos e a demora no ressarcimento dos saldos credores dos impostos federais e estaduais para as empresas exportadoras, vêm contribuindo para a entrada de móveis estrangeiros no país.

Segundo o presidente da Abimóvel, José Luiz Diaz Fernandez, as isenções de IPI concedidas pelo governo a outros segmentos fez com que as vendas da indústria de móveis diminuíssem e, consequentemente, agravassem a crise do setor.

O setor moveleiro é composto por mais de 15 mil indústrias e gera cerca de 260 mil empregos formais.

Comentários dos leitores
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
QUE CONFUSÃO, TIRA DAQUI PÕE ALI, ETC E TAL. ORA PENSEI QUE ESTAVA TUDO OK, QUE A CRISE TINHA ACABADO, ETC E TAL.
COMO DIRIAM: O TEMPO SERÁ O SENHOR DA RAZÃO
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
A respeito do direitos do consumidor. Muito boa reportagem. È de se lamentar que os direitos do consumidor não estão sendo deixados de lado, vale lembrar o dito pelo minístro, e previsões para inicio para todos os modelos de tv terem os conversores e ou serem esclusivos para o sistema digital. Dado os custos industriais, a capacidade de mobilização do setor, estão adotando um atalho, tem se a impressão de intensionalmente visando um prejuizo para o consumidor "para compra de adaptador ou compra de novo equipamento". De fato é com as as atuais tecnologias e sistemas produtivos, e levando em conta que no exterior, existe enorme ociosidade na capacidade de produção de equipamentos e ou de componentes. Mas o brasileiro tem que aceitar um produto que em pouco tempo não tera qualquer serventia se não fizer uma adptação, a famosa gambiarra. Deveriam dar mais qualidade e garantias aos produtos que vendem e inclusive quando comparados aos preços para o consumidor no exterior, aqui teriam que ter preços significativamente menores. Dado o volume de equipamentos anualmente comprados pelos brasileiros, um mercado de quase duzentos milhões de consumidores, e altamente carente de consumo, a muitos anos esperando por melhorias saláriais, mas até agora só percebeu pequeno percentual, ainda sobrevivente de vales, transporte...farmacia...alimentação, e salário valendo quase nada. É de se espera que diante de tal realidade do brasileiro, e no atual cenário econômico mundial, Venham produzir aqui sem opinião
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Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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