Dinheiro
25/06/2009 - 07h35

Citigroup quer aumentar salário-base de funcionários

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da Efe, em Nova York

O grupo bancário Citigroup planeja aumentar o salário-base de parte dos funcionários, em alguns casos até 50%, com exceção dos 100 executivos mais bem pagos, informou nesta quarta-feira (24) o portal financeiro "MarketWatch".

O banco americano segue assim o caminho de outras entidades bancárias que, após receber dinheiro público para sair da crise e ser ordenadas a não pagar as mesmas bonificações que davam a alguns empregados, optaram por modificar o sistema salarial dos trabalhadores.

"Os ajustes salariais não pretendem aumentar a compensação total anual que os empregados recebem, mas reajustar a proporcionalidade entre o componente fixo e o variável dos salários", explicou hoje o porta-voz da entidade financeira Stephen Cohen ao portal de notícias econômicas.

O Citigroup, que recebeu US$ 45 bilhões em ajudas públicas, pretende, com esta medida, "reter e atrair os trabalhadores com mais talento, algo muito importante para o Citi e seus acionistas", disse Cohen.

Caso seja aplicada, a medida se traduzirá em altas de até 50% para alguns brokers e empregados de bancos de investimento, mas terá uma repercussão menor nos salários recebidos por outros departamentos.

O Citigroup prevê também oferecer em breve um plano de opções sobre ações aos empregados para motivá-los a continuar na empresa.

Comentários dos leitores
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
E OS IMÓVEIS NO BRASIL QUE SUBIRAM NO MINIMO 30 A 40% NOS ULTIMOS 12 MESES VÀO DAR SEU TOMBO QDO? sem opinião
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celso assis (73) 29/11/2009 20h02
celso assis (73) 29/11/2009 20h02
Enqto o presidente do Bco. Central Sr. Meirelles, avisa que vai tudo bem, mas poderá haver problemas à frente, portanto evitem exuberância irracional, os gananciosos chefões do Bradesco e Itau, bancos especialistas em esfoliar seus clientes e o povão, dizem que só há maravilhas a frente. QUE DIFERENÇA NÃO. sem opinião
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O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
"Crise em Dubai pode ameaçar países emergentes..."
A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
sem opinião
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