Desemprego no país fica estável em 8,8% em maio, diz IBGE
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil ficou em 8,8% em maio, estável em relação a abril (quando a taxa ficou em 8,9%), informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Maio foi, assim, o segundo mês consecutivo de estabilidade, após três altas seguidas.
Em relação a maio do ano passado (7,9%), o índice aumentou em 0,9 p.p. (ponto percentual).
O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados caiu 1,1% frente a abril, ficando em R$ 1.311,70. Na comparação com igual período em 2008, foi constatada alta de 3%.
O contingente de desocupados totalizou 2 milhões de pessoas no total das regiões pesquisadas. Na comparação com abril deste ano houve uma queda de 0,5% (dado considerado como sinal de estabilidade pelo IBGE) e aumento de 13% na comparação com maio de 2008.
A população ocupada somou 21 milhões de pessoas, um aumento de 0,3% em relação a abril, e de 0,2% na comparação com maio de 2008. Os dois indicadores, segundo o IBGE, apontam estabilidade nas duas comparações.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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