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Dinheiro
25/06/2009 - 15h11

EUA ameaçam levar à OMC ajuda europeia a programa da Airbus

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da Efe, em Paris

O representante americano de Comércio, Ron Kirk, afirmou nesta quinta-feira que o governo americano pode levar ao órgão de solução de disputas da OMC (Organização Mundial do Comércio) o financiamento dos programas dos aviões A350 e A400M da Airbus se não conseguirem convencer os países europeus a retirar os subsídios.

Ele disse que se os países da Airbus (França, Alemanha, Reino Unido e Espanha) não retirarem o plano de antecipar fundos para o desenvolvimento do futuro avião A350, "responderemos com outra ação perante a OMC".

Kirk afirmou que sua intenção é "convencer nossos parceiros" a retirarem o plano de avanços, e que, caso não o façam, lançarão outro processo como o que ainda está pendente na instância de arbitragem da OMC.

Ele afirmou que os americanos estão "razoavelmente esperançosos" sobre uma resolução favorável deste processo.

No dia 15, os ministros responsáveis da política aeronáutica de França, Alemanha e Reino Unido fixaram um mês para acertar o valor das ajudas reembolsáveis que estão dispostos a dar para o projeto do A350, em reunião em Le Bourget, ao norte de Paris.

Os governos francês e alemão disseram então estarem dispostos a adiantar 1,4 bilhão de euros e 1 bilhão de euros, respectivamente, enquanto o governo britânico não deu valores. No total, esperam reunir 3 bilhões de euros dos 8 bilhões de euros nos quais se calcula o custo do desenvolvimento desta iniciativa.

A questão dos avais de avanço para Airbus é fonte de contínuos conflitos comerciais entre Europa e Estados Unidos, que defendem os interesses de sua fabricante aeronáutica Boeing.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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