Dinheiro
26/06/2009 - 10h52

Montadora indiana Tata Motors tem primeiro prejuízo em oito anos

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da Folha Online

A montadora indiana Tata Motors registrou seu primeiro prejuízo anual em oitos anos, devido aos efeitos da queda na demanda e às perdas nas marcas Jaguar e Land Rover, adquiridas no ano passado. A empresa teve uma perda no ano fiscal de 2008 (encerrado em março deste ano) de 25,05 bilhões de rupias (cerca de US$ 520 milhões), após um lucro de 21,68 bilhões de rupias (US$ 449,7 milhões) um ano antes.

As vendas da empresa no período ficaram em 703,70 bilhões de rupias (US$ 14,5 bilhões), contra 354,09 bilhões de rupias (US$ 7,34 bilhões) um ano antes. Os números não são comparáveis, no entanto, uma vez que os resultados do ano fiscal de 2007 (encerrado em março de 2008) não incluíam os resultados da Jaguar, Land Rover e de outros ativos que a empresa não havia ainda adquirido.

A unidade Jaguar Land Rover, por sua vez, registrou uma perda de 281 milhões de libras (US$ 463,6 milhões) nos 10 meses do ano fiscal em que seus resultados constaram dos registros da Tata.

No mês passado, a Tata informou que teve uma queda de 50,7% no lucro líquido no último ano fiscal em suas operações na Índia. No período 2008-2009, os ganhos da Tata Motors ficaram em 10,012 bilhões de rupias (cerca de US$ 207.7 milhões, no câmbio de hoje), enquanto no exercício anterior a cifra subiu 20,3 bilhões de rupias. As receitas somaram 285,9 bilhões de rupias no ano fiscal, ante 330,9 bilhões de rupias no período 2007-2008.

Comentários dos leitores
Cara Profa. Marilia Cunha,
Muito pertinentes e oportunos seus comentários. Gostaria de reforçá-los lembrando a alguns dos Internautas que insistem em emitir comentários falaciosos e mesmo grosseiros contra o Presidente Lula, que no campo educacional Ele foi o primeiro Governante (após a redemocratização do País) que deu a atenção para o Ensino Técnico direcionando recursos para a ampliação da rede de Cefets e Etecs. Adicionalmente, que eu saiba no atual governo promove-se um dos maiores programas (se não for o maior) mundiais de conexão digital de escolas públicas (em banda larga) à Internet e implantação de laboratórios de TIC.
Enfim, tantos exemplos e nos variados campos (a mencionada educação, ciência e tecnologia, inclusão digital, valorização do servidor público, defesa, política internacional => alguém lembra do que representaria a adesão aos preceitos preconizados pela ALCA: vide Argentina de Menem) que causa-me espanto a leitura de alguns comentários.
sem opinião
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Richard Adams (16) 12/11/2009 12h08
Richard Adams (16) 12/11/2009 12h08
Srs., este forum, ou mesmo qualquer outro, serve para se expresar opiniões e não para se tentar exorcisar os outros, numa discussão para se ver quem tem razão.
O fato é que FHC deu contribuições enormes para o Brasil e deixou muita coisa nos trilhos para que o LULA viesse e colocasse a cereja no bolo. Muitas das realizações do LULA se deram porque o mundo todo vinha numa tocada forte. Nosso sistma bancário não foi criado nem fortalecido pelo LULA, e só por isso não embarcamos na onda mundial com força.
O Brasil, precisa sim, adotar uma postura mais humilde. Estamos vivendo uma sem justificativa em alguns setores que não tem razão. O lucro das nossa empresas não está refletindo a alta na bolsa na mesma proporção. O Brasil está bem, mas precisa de cautela. Muita cautela.
A coisa mais sensata que lí até agora aqui, foi chamar atenção para nossa dívida interna. Este governo está gastando horrores!!!! Olhar as reservas cambiais e se gabar disso é sim um erro grotesco e não precisa ser nenhum catedrático matemático. Minhas filhas em fase de alfabetização fariam esta conta.
Vamos deixar essa disputa de que LULA é melhor que FHC, ou que PT é melhor do que outros...ninguém é melhor do que ninguém...todo mundo erra e todo mundo acerta....nunca na história deste País houve um Presidente perfeito e nem vai existir. São todos parte de um sistema político falido, cheio de conchavos, negociatas e cocitas que estamos cansados de ver todos os dias nos noticiarios.
2 opiniões
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Zeno E. S. Munhoz (1) 12/11/2009 11h19
Zeno E. S. Munhoz (1) 12/11/2009 11h19
O câmbio brasileiro fugiu do parâmetro neutro segundo o ministro e já causa problemas na economia, diminuindo radicalmente o setor de exportações e aumentando na mesma proporção as importações. No curto prazo se continuar a política de câmbio flutuante já serão afetadas todas as contas nacionais. O câmbio deve ser pelo equilíbrio da economia e não como uma biruta a sabor dos fluxos de capitais do mercado internacional e nacional. Defasagem de 50 % significa que o desequilíbrio afeta ou expõe negativamente metade da economia nacional.
O governo deve equilibrar a economia levando em consideração os players maiores da economia mundial ou seja China e EUA e formular a sua estratégia. Uma desvalorização da moeda aos níveis adequados com cambio fixo temporarimente é a proposta. Quem teme câmbio fixo? O mal já está instalado.
sem opinião
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