Preços na Espanha registram queda de 1% em junho
da Efe, em Madri
Os preços ao consumidor na Espanha registraram queda de 1% (dado anualizado) em junho um novo mínimo histórico, segundo os dados preliminares divulgados nesta segunda-feira pelo INE (Instituto Nacional de Estatística).
O resultado (um décimo abaixo do registrado em maio) é o quarto registro negativo consecutivo anualizado da história do IPCH (Índice de Preços ao Consumidor Harmonizado), que começou a ser elaborado em 1997.
O indicador é elaborado com os mesmos critérios em todos os países da zona do euro. Os dados definitivos serão publicados em 10 de julho.
A queda da inflação se deve ao barateamento do petróleo. Assim, em junho do ano passado o preço do barril do Brent estava cotado a US$ 133,74, quase o dobro dos US$ 69,15 vistos neste mês.
No entanto, apesar da queda anualizada, a última queda de um mês para outro aconteceu em janeiro passado, o que afasta a possibilidade de que na Espanha aconteça deflação, segundo os cálculos tanto dos especialistas macroeconômicos como do governo.
Após aumentos históricos dos preços dos combustíveis que levaram a inflação para 5,3% em julho de 2008, os preços, medidos em taxa anualizada, começaram a moderar-se até alcançar registros negativos pela primeira vez em março passado.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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