Porsche rejeita proposta de resgate pela Volkswagen
da Efe, em Berlim
A empresa automobilística alemã Porsche, em meio a graves problemas financeiros, rejeitou a proposta do grupo Volkswagen para seu resgate --que implica na venda da metade de seu capital-- por considerá-la impraticável.
Um porta-voz do fabricante alemão de esportivos e veículos 4x4 de luxo disse que é inaceitável que a Porsche tenha que vender à Volkswagen 49,9% de seu capital para que este último grupo a ajude a superar seus problemas econômicos.
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Além disso, destacou que a Porsche não pode aceitar essa iniciativa pelo simples fato de que levaria à devolução imediata de um crédito de 10,75 bilhões de euros concedido por um consórcio bancário e que não pode pagar.
A revista alemã Der Spiegel afirma em sua última edição que a Volkswagen está disposta a pagar entre 3 bilhões e 4 bilhões de euros pela metade do capital da Porsche.
O plano revelado pela revista indica que o fundo soberano do Catar compraria as opções para ações da Volkswagen em poder do consórcio Porsche antes da fusão das duas empresas.
Essa fórmula faria com que as famílias Porsche e Piëch, herdeiras do fundador Ferdinand Porsche, controlariam mais de 40% do capital do novo grupo, enquanto o Estado alemão da Baixa Saxônia teria 20%, o Catar ficaria com 15% e outros fundos estatais teriam até 5%.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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