BC prorroga dedução de compulsório sobre depósitos a prazo
da Agência Brasil
O Banco Central decidiu nesta segunda-feira prorrogar o prazo para as instituições financeiras deduzirem os depósitos compulsórios sobre os depósitos a prazo. A medida vai vigorar até 30 de setembro, segundo nota divulgada pelo BC.
Entenda o que é o compulsório e como ele coloca mais dinheiro na economia
Com a ampliação, os bancos ganham mais 90 dias para se beneficiarem da medida, que visa dar melhores condições de crédito ao setor produtivo. A dedução do compulsório sobre os depósitos a prazo pode ser feita com o montante de compra de carteiras, aplicações em depósitos interfinanceiros e outros ativos.
Por meio do compulsório, os bancos são obrigados a depositar em uma conta no próprio BC parte dos recursos captados dos seus clientes nos depósitos à vista, a prazo ou poupança. Quando o BC reduz o compulsório, libera mais dinheiro para que os bancos possam fazer empréstimos e outras operações.
Dos 15% do total de depósitos a prazo que os bancos têm de recolher ao BC, 40% são aplicados na compra de títulos públicos federais e 60% são repassados para a autoridade monetária em espécie, sem remuneração. A dedução se aplica a esse percentual em espécie.
Essa é a terceira prorrogação da medida, tomada durante o pior momento da crise internacional de crédito, para ajudar os bancos pequenos que estavam sem recursos para manter suas operações.
Em março deste ano, o banco já tinha ampliado até esta terça-feira o prazo da dedução do compulsório sobre depósitos a prazo.
De acordo com o BC, dependendo das condições de mercado, no fim de setembro, quando terá decorrido um ano de implementação das deduções sobre os depósitos a prazo por compra de carteira e outros ativos, será iniciado o processo de redução gradativa do incentivo às referidas aplicações, caso se consolidem "os sinais de normalização que começam a surgir no mercado doméstico de crédito".
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No último final de semana tive a oportunidade, durante a festa em um casamento, de conversar com um famoso Deputado Federal/PSDB/Pr, perguntei a ele: E a reforma tributária? Sai ou não sai? ele foi firme em suas palavras, sai não, só se houver uma mobilização nacional. Os interesses são muito grande, só em "renúncia fiscal e Zona Franca de Manaus" são mais de 200 bilhões de Reais. Pelo andar da carruagem vai demorar muito para melhorar o padrão de vida dos mais de 20 milhôes de "miseráveis" que moram em "cortiços" (segundo o Jornal da Record) e melhorar o atendimento em hospitais públicos.
Veja que frase bonita: "O maior fracasso do homem é rejeitar o amor de JESUS CRISTO".
Maranata.
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Estou curioso para saber.
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