Produção industrial de São Paulo sobe 0,9% entre abril e maio, diz Fiesp
YGOR SALLES
da Folha Online
O INA, indicador do nível de atividade da indústria paulista, teve alta de 0,9% em maio contra abril, segundo levantamento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), já considerado o ajuste sazonal. Nos dados sem ajuste, houve acréscimo de 6,9%.
Na comparação com maio do ano passado, o indicador apresentou perda de 9,3%. Nos últimos 12 meses, segundo a Fiesp, a produção teve variação negativa de 4,4%. No acumulado do ano sobre o mesmo período do ano passado, a queda é de 12,5%.
| Danilo Verpa/Folha Imagem |
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| Confiança da indústria subiu pelo sexto mês seguido em junho, segundo pesquisa da FGV |
A Fiesp ainda revisou o INA do mês de abril. A comparação entre abril e março passou de alta de 0,1% para alta 0,3%, nos dados com ajuste sazonal. Sem ajuste, passou de queda de 1,6% para baixa de 1,4%.
"Há uma clara mudança de patamar. Houve uma forte queda desde o final do ano passado, e agora ocorre um crescimento, embora modesto em comparação ao que caiu", disse o diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas Econômicas) da Fiesp, Paulo Francini.
O Nuci (Nível de Utilização da Capacidade Instalada, indicador que mede o uso de máquinas e equipamentos das indústrias) ficou em 80,4% em maio, ante 78,9% em abril e 83,6% em maio do ano passado, sem considerar o ajuste sazonal.
Por setor, em maio, registrou o maior índice de utilização da capacidade o de coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares e produção de álcool (98,5%), seguido de outros equipamentos de transporte, com 88,8%. Na outra ponta, registraram os piores desempenhos os setores de material eletrônico e equipamentos de comunicação (69,1%) e edição, impressão e reprodução de gravações (74,2%).
O estudo da Fiesp indicou ainda que o total de salários pagos (já descontada a inflação) teve baixa de 1,7% em maio sobre abril. Sobre maio do ano passado, o recuo foi de 2,9%.
Para Francini, esse dado foi um dos mais preocupantes na pesquisa de maio, e poderia ser causada por três fatores: a variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é usado como deflator do dado; a redução das horas extras no período; e os cortes em posições mais altas nas empresas, onde estão os salários mais altos.
Por sua vez, as horas trabalhadas na produção subiram 3,8% na comparação com abril e tiveram perda de 9,1% frente a maio de 2008. Já as vendas reais da indústria subiram 7% mês a mês, sem ajuste sazonal, e avançaram 1,7% na comparação com maio do ano passado.
Sensor
A Fiesp também divulgou hoje o Sensor Fiesp --indicador de perspectivas futuras da indústria paulista-- da segunda quinzena de junho. O índice atingiu 51,6 pontos, contra 51,4 pontos verificados na primeira quinzena do mês.
O índice varia entre 0 e 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indica otimismo e, de 50 para baixo, pessimismo.
Entre os cinco subitens do Sensor, o que apresenta maior valor é o de mercado (56,7 pontos), seguido por investimentos (54,6 pontos), vendas (53,1), emprego (50) e estoque (40,6).



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MAS ESTOU COM UM PÉ ATRAS, POIS CERTAMENTE TEMOS AQUI E EM OUTROS PAISES EMERGENTES, UMA BELA BOLHA NAS BOLSAS, NOS IMOVEIS, ETC.
PARECE QUE A ECONOMIA ESTA SENDO TOCADA NA BASE DE DINHEIRO EMPRESTADO, QUE LOGO PODE ESGOTAR-SE OU REDUNDAR EM CALOTES IMENSOS.
TB TEMOS QUE TORCER MUITO PARA QUE O MUNDO NAO SOFRA UMA RECAIDA TAO LOGO TERMINEM O FORNECIMENTO DOS ANALGESICOS (POLITICA MONETARIA E FINANCEIRA EXTREMAMENTE FROUXA), QUE ESTAO SENDO MINISTRADOS AO PACIENTE, AINDA NA UTI, E QUE SE RETIRADOS CAUSA A VOLTA DE FEBRE LÁ PELOS 42 GRAUS, SEGUIDAO DO COLAPSO TOTAL.
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