Taxa de desemprego cresce em regiões metropolitanas dos EUA em maio
da Folha Online
O desemprego cresceu em todas as principais regiões metropolitanas dos Estados Unidos em maio, na comparação com maio de 2008, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho nesta terça-feira. Trata-se do quinto mês consecutivo em que as taxas de desemprego nessas regiões aumenta.
O departamento faz o levantamento da situação do desemprego em 372 regiões metropolitanas do país. O maior avanço ocorreu na região de Kokomo, no Estado de Indiana (centro-norte): a taxa de desemprego aí ficou em 18,8%, um avanço de 11,7 pontos percentuais em relação à que foi vista um ano antes.
O segundo maior avanço foi o registrado na região de Elkhart-Goshen, também no Estado de Indiana, onde a taxa ficou em 17,5% --11,4 pontos percentuais acima do registrado em maio de 2008. As duas regiões foram afetadas pelas demissões no setor manufatureiro --em particular no de equipamentos de transporte.
A maior taxa de desemprego no país, por sua vez, foi a registrada na região de El Centro, na Califórnia (costa oeste), de 26,8%, devido principalmente ao desemprego sazonal no setor agrícola. A segunda maior taxa foi a da região de Yuma, no Estado do Arizona (sudoeste), de 23,3%.
Na região metropolitana de Bend, no Estado de Oregon (costa oeste), a taxa de desemprego ficou em 15,2%, um avanço de 8,8 pontos percentuais na comparação com maio do ano passado; e na região de Hickory-Lenoir-Morganton, na Carolina do Norte (costa leste) a taxa subiu para 15,4%, um avanço de 8,5 pontos percentuais.
Em quase todas as regiões o setor manufatureiro foi o responsável pelo avanço do desemprego; segundo o departamento, a queda da atividade no mercado imobiliário afetou diversos setores, como o de tapetes e carpetes, móveis, pisos e aparelhos domésticos.
As taxas de desemprego subiram em 46 das 49 maiores regiões metropolitanas americanas. Além disso, em duas --Denver (Colorado, centro-oeste do país) e Minneapolis (Minnesota, centro-norte) as taxas se mantiveram estáveis e na de Buffalo-Niagara Falls (no Estado de Nova York, costa leste) houve ligeiro movimento para baixo --de 8,5% em maio de 2008 para 8,3% no mesmo mês deste ano.
A taxa de desemprego no país está atualmente em 9,4% e, em maio, foram eliminadas 345 mil vagas. Nesta quinta-feira (2) o departamento deve anunciar os dados sobre o mercado de trabalho nos EUA referentes a junho.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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