Confiança empresarial sobe pela primeira vez no Japão desde 2006
da Efe, em Tóquio
A confiança empresarial japonesa registrou alta entre abril e junho com relação ao trimestre anterior. Segundo o Banco do Japão (o Banco Central japonês), esta é a primeira alta em dois anos e meio, o que dá mais um sinal do início da recuperação econômica em um dos países mais afetados pela crise.
No segundo trimestre de 2009 (o primeiro do ano fiscal no Japão), o índice de confiança das grandes companhias japonesas ficou em 48 pontos negativos, dez pontos acima do nível de 58 negativos registrados entre janeiro e março --o recorde histórico do indicador.
A queda foi pior que o imaginado pelos analistas, que previam que a confiança empresarial japonesa entre abril e junho se situaria em 43 pontos negativos, mostrou uma consulta realizada pela agência local Kyodo.
A expectativa é que no trimestre de julho a setembro a confiança das empresas suba 18 pontos, para 30 negativos. A última vez que a confiança empresarial japonesa experimentou uma alta foi no último trimestre de 2006.
Para realizar o relatório, o Banco do Japão ouviu 10.139 empresas japonesas entre 26 de maio e 30 de junho, e recebeu informação de 99% destas companhias.
Desde o começo do ano, o governo japonês vem melhorando a avaliação de sua economia. Segundo dados oficiais, o país teve seu pior momento da crise ao registrar retração de 14,2% no PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre.
A perspectiva é impulsionada pelos resultados da produção industrial, que subiu 5,9% em maio na comparação com o mês anterior, pelo terceiro mês consecutivo. Segundo o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do país, a produção em mineração e nas fábricas japonesas ficou em 79,2 pontos no mês, em uma escala que vai até 100.
Os estímulos econômicos do governo japonês para impulsionar a demanda das exportações japonesas e a queda alcançada em maio nos níveis de estoque das companhias permitiu aos fabricantes aumentar sua produção.
A alta do indicador se deveu também às exportações de veículos de passageiros para Estados Unidos e Europa, assim como ao setor de peças e dispositivos eletrônicos e à indústria siderúrgica, segundo o relatório do Executivo.
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Governo pode autorizar Paraguai a vender energia de Itaipu diretamente no Brasil
- Presidente da AIG diz que empresa está muito mais estável
- Vale demite até 300 funcionários após fim de acordo com sindicato
Especial



Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar