Dinheiro
01/07/2009 - 11h26

Vendas pendentes de casas nos EUA sobem pelo 4º mês consecutivo

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da Folha Online

As vendas pendentes de casas nos EUA cresceram 0,1% em maio, com o índice apurado pela NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) ficando em 90,7 pontos. Trata-se do quarto mês consecutivo de alta nesse indicador. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira.

O dado ficou ligeiramente acima do esperado pelos analistas, que previam que o indicador ficaria estável em maio. O índice está agora 6,7% acima do registrado em maior de 2008, quando ficou em 85 pontos.

Segundo a associação, o ligeiro aumento reflete a queda nos preços dos imóveis: ontem índice Standard & Poor's/Case-Shiller --um dos principais indicadores do mercado imobiliário americano-- mostrou que os preços dos imóveis residenciais nas 20 maiores regiões metropolitanas dos Estados Unidos caíram 0,6% em abril em relação a março deste ano, muito abaixo dos 2,2% de recuo na comparação mensal vista de março com fevereiro.

As vendas de casas novas nos Estados Unidos caíram 0,6% em maio, para uma taxa anualizada de 342 mil unidades, com o preço médio de um imóvel residencial novo no país recuando 3,4%, para US$ 221.600, na comparação com maio de 2008.

Já as vendas de casas usadas no país em maio subiram 2,4%, na comparação com abril. Os preços dos imóveis usados no país, por sua vez, caíram 16,8% na comparação com maio de 2008, passando de US$ 207.900 então para os atuais US$ 173 mil.

A venda de uma casa é considerada pendente quando o vendedor aceitou a oferta mas o negócio ainda não foi fechado. Normalmente, leva-se dois meses até a venda ser concluída. O índice da NAR é, assim, visto como um "barômetro" para vendas futuras de casas.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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