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Dinheiro
01/07/2009 - 11h52

GM informa vendas recordes na China no primeiro semestre

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da France Presse, em Xangai
com Associated Press

A montadora americana GM (General Motors) anunciou nesta quarta-feira vendas recordes no mercado chinês no primeiro semestre de 2009, em contraste com as dificuldades que estão atravessando no resto do mundo.

A montadora americana anunciou que suas "joint ventures" venderam 814.442 unidades na China na primeira metade de 2009, 38% a mais que no mesmo período do ano passado.

As vendas foram impulsionadas pelo programa de ajuda adotado pelo governo chinês e pelo crescimento das zonas rurais e nas cidades médias do país, segundo a companhia em um comunicado.

"Trata-se de um recorde semestral tanto para a GM China como para os fabricantes estrangeiros na China", afirma o comunicado da empresa.

Pela primeira vez as vendas da GM e seus sócios na China superaram as 100.000 unidades por mês em cada um dos seis primeiros meses do ano.

O forte crescimento na China e em outros mercados emergentes é crucial para a recuperação da GM a partir da proteção do "Capítulo 11" da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata (ou recuperação judicial, no Brasil).

Mas enquanto a montadora cortou empregos e fechou fábricas nos EUA, as vendas continuaram a aumentar na China. No país, as vendas totais de automóveis subiram 21% entre janeiro e maio, para 3,36 milhões de unidades, enquanto as vendas totais de veículos aumentaram 14,3%, para 4,96 milhões, segundo dados da indústria.

A previsão para este ano é de vendas de 10 milhões de unidades. Em 2008, o mercado chinês de veículos cresceu 6,7%, para 9,38 milhões, na primeira expansão abaixo de 10% desde 1999.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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