Embaixador chinês defende maior cooperação com Brasil contra crise
BEATRIZ FARRUGIA
da Agência Ansa
O Brasil e a China devem aprofundar a cooperação para impulsionar o comércio e o desenvolvimento dos dois países, o que fará com que as duas nações saiam antes da crise econômica mundial, afirmou o embaixador chinês em Brasília, Qiu Xiaoqi.
Em declarações à Ansa, o diplomata ratificou também a importância da relação entre os dois países, como economias emergentes.
Relembrando a viagem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a Pequim em maio passado --ocasião em que foram firmados diversos acordos financeiros-- Qiu Xiaoqi garantiu que "os organismos chineses estão prontos" para diversificar o comércio com Brasil e para consentir créditos e financiamentos.
Entre os principais acordos estabelecidos pelo presidente brasileiro e seu homólogo chinês, Hu Jintao, está o empréstimo de US$ 10 bilhões à Petrobras. A estatal também acordou fornecer petróleo por dez anos a refinarias chinesas.
Já o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, que também esteve no encontro, disse que o governo brasileiro quer diversificar o comércio com a China.
Ramalho pontuou que atualmente 70% das exportações brasileiras para a China são produtos básicos, como soja e minério de ferro, enquanto os manufaturados correspondem a apenas 30%.
"Nós acreditamos que as oportunidades são muitas para os produtos industrializados brasileiros. Nossa expectativa é diversificar as exportações brasileiras para a China", afirmou o secretário, que avalia que o Brasil não perdeu mercados para os produtos chineses nos Estados Unidos, Argentina e México, grandes parceiros comerciais.
Industrializados
Para ele, a queda das exportações brasileiras para estes três países ocorreu porque eles importam principalmente produtos industrializados, setor mais afetado pela crise econômica.
"Como a China compra produtos básicos do Brasil, a venda para outros países como EUA e Argentina caiu. E com a China não. Neste ano ela passou a frente da Argentina e dos Estados Unidos", comentou o secretário, referindo-se ao fato da China ter se tornado o principal parceiro comercial brasileiro.
Ramalho também anunciou que no segundo semestre de 2009 uma delegação brasileira voltará à China para participar do World Economic Forum, com o objetivo de negociar novas pautas de exportações.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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