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Dinheiro
01/07/2009 - 16h51

Vendas da GM caem 33% nos EUA em junho; Ford perde 11%

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da Folha Online

As vendas da General Motors nos EUA caíram 33,6% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado, de 265.937 para 176.571 unidades, segundo números divulgados nesta quarta-feira. As vendas da Chevrolet caíram 33,3%, para 106.712 veículos, e da Cadillac recuaram 40,9%, para 8.473 veículos.

Outras montadoras que registraram queda foram Chrysler, Toyota, Nissan e Ford --esta última, a única das grandes a não depender de recursos do governo para continuar operando, viu a menor retração.

O número é mais negativo que o esperado por analistas e que o sugerido na terça-feira pelo presidente fda GM, Fritz Henderson, que referiu-se a uma queda entre 20% e 30% durante declaração feita em um tribunal de falência em Nova York.

Mais cedo, a GM já anunciou que registrou um recorde de vendas no mercado chinês no primeiro semestre de 2009. A montadora americana informou que suas "joint ventures" venderam 814.442 unidades na China na primeira metade de 2009, 38% a mais que no mesmo período do ano passado.

Já as vendas da Ford Motor em junho tiveram uma queda de 10,7%, na comparação com junho de 2008. Segundo a Ford, foram vendidas no mês passado 154.873 unidades, contra 173.462 um ano antes. Em maio a empresa havia registrado uma queda maior nas vendas, de 24%, em relação a maio do ano passado. Nos primeiros cinco meses do ano, as vendas da Ford caíram 37%.

As vendas da Chrysler, por sua vez, registraram uma queda de 42% nos Estados Unidos, na comparação com o mesmo mês de 2008, enquanto os da montadora Toyota caíram 34,6%, para 131.654 unidades.

No acumulado do primeiro semestre do ano, a Toyota, líder no mercado global de automóveis, vendeu 770.449 veículos nos Estados Unidos, com uma queda de 38% sobre igual intervalo de 2008.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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