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Dinheiro
01/07/2009 - 20h52

Petrobras se alia a empresa dos EUA para pesquisa tecnológica do pré-sal

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da Folha Online

A Petrobras e a empresa norte-americana Baker Hughes, fornecedora de equipamentos, serviços e softwares para a indústria de petróleo e gás assinaram nesta quarta-feira (1º) acordo de cooperação tecnológica para exploração do pré-sal.

O compromisso prevê pesquisas e desenvolvimento de tecnologias para as áreas de poço, reservatórios e elevação e escoamento de petróleo, com foco nos projetos do pré-sal. O projeto deve resultar, em 2010, na implantação do Centro de Tecnologias do Rio, a ser instalado no Parque Tecnológico da UFRJ, na Ilha do Fundão.

A Petrobras informou que o acordo firmado entre as duas empresas é um passo importante na consolidação do Brasil como polo produtor de tecnologia. "A Baker já atua no mercado brasileiro há cerca de 40 anos e agora alavancará seus investimentos na área de desenvolvimento de tecnologias no país, tendo como foco as demandas da Petrobras", informou a estatal.

Segundo a empresa brasileira, o Centro de Tecnologias funcionará como um polo de desenvolvimento e aplicação de tecnologias e atuará nas áreas de caracterização de reservatórios, otimização da perfuração, completação de poços e produção. De acordo com o vice-presidente da Baker para o Brasil, o foco do trabalho a ser desenvolvido estará voltado para a redução de custos de construção e avaliação de poços em águas profundas e para a otimização da produção e do fator de recuperação dos reservatórios, com a gradativa evolução do conhecimento das acumulações do pré-sal.

O investimento estimado para os próximos quatro anos será de R$ 32 milhões para a Petrobras e de R$ 56 milhões para a Baker Hughes. A iniciativa prevê, também, o envolvimento das universidades Unicamp (Campinas), PUC (Rio), UFRJ (Rio) e Uenf (Macaé), que atuarão em parceria com as duas empresas.

Segundo o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, "a Baker já é uma parceira antiga da Petrobras e vem, ao longo dos anos, aperfeiçoando cada vez mais seu aparato tecnológico tendo em vista a superação dos novos desafios que se impõem. No futuro, veremos que esse é um dia histórico por ter iniciado uma nova parceria entre a Petrobras e a Baker".

Comentários dos leitores
alexandre bakunin (110) 25/11/2009 17h55
alexandre bakunin (110) 25/11/2009 17h55
Tenho duas dúvidas e espero que os colegas me esclareçam:
1 - Que todos querem participar dos bonus do pré-sal é fácil compreender. Mas vamos imaginar que por uma obra do destino estas operações causem uma enorme catástrofe ecológia e que tenhamos que pagar indenizações alguém ou outro Estado, como Argentina, por exemplo. Pergunto se os Estados brasileiros que ora desejam participar desta boquinha estarão também de acordo em arcar com os riscos (onus).
2 - Será que temos mesmo competência para fazer este tipo de perfuração ? Será que não corremos o risco de desabar o fundo do mar drenando água para o buraco ? Lembrem-se que uma burrada da Russia condenou o mar de Aral a secar.
sem opinião
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Euclydes Uchôa (6) 25/11/2009 10h13
Euclydes Uchôa (6) 25/11/2009 10h13
Dos comentários do Sr. Governador do RJ deduzimos que:a) o mesmo JAMAIS terá capacidade de ser Presidente da República, pois seu País é o RJ;b)JAMAIS terá o alcance da igualdade entre os povos, pois sequer a quer praticada em seu País;c) É um "garotinho" egoísta e mimado, pois só quer o apoio do 'resto" dos Estados qd é para o Rio sediar jogos Pan Americanos e Olimpíada. d) Não tem visão alguma de admnistração: funcionário público e aposentados existe em todo Brasil(Meu Deus, que egoísmo).e) Deseja sim aumentar a tão sofrida divisão de renda existente em nosso País. sem opinião
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José Sanchuk (2) 25/11/2009 09h44
José Sanchuk (2) 25/11/2009 09h44
A questão é que na hora que for vender o petroleo o país membro da opep pode boicotar o petroleo brasileiro baixando o preço do seu produto, pois todo seu petroleo é de superficie, portanto muito mais barato para ser produzido. Qual será o preço do nosso petroleo para retirar no pré-sal, no minino o doblo dos paises da opep, quem garante que havera mercado para todos os produtores, muito deles gasta muito e precisa fazer mais caixa, como muito comprador esta diminuindo sua compra, haverá sobra de petroleo pois com a nova onda é proteger o meio ambiente se usara fontes menos poluidoras, o Rio tem o direito de pedir pois esta em seu dominio. sem opinião
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