Reino Unido estuda restringir práticas das companhias de crédito
da Efe, em Londres
O governo britânico quer colocar limites a determinadas práticas das companhias de cartões de crédito, como o aumento do limite de gastos sem autorização do cliente ou o aumento dos juros sobre a dívida existente.
O Executivo informou nesta quinta-feira que esta iniciativa se inscreve em seu objetivo de promover uma cultura responsável do crédito, e para isso criará o cargo de "advogado do consumidor", que terá como tarefa principal combater os abusos destas empresas.
O plano estuda também a possibilidade de forçar o aumento dos pagamentos mensais para ajudar os clientes a pagar sua dívida com mais rapidez e revisar a ordem no qual se quita a dívida, de modo que sejam liquidadas primeiro as obrigações mais onerosas.
O governo quer que as empresas sejam mais responsáveis e levem em conta a capacidade creditícia de seus clientes antes de oferecer a possibilidade de aumentar seu limite de crédito.
Além disso, avalia-se proibir os cheques dos cartões de crédito, que podem ser usados como cheques pessoais em branco, cujos juros costumam ser muito mais altos que os aplicados ao cartão à qual estão associados.
Trata-se de um instrumento creditício polêmico há muito tempo, já que são enviados sem que os clientes os solicitem, implicam no pagamento de uma comissão de 2% sobre a quantia gasta e não oferecem a mesma proteção que os cartões se forem utilizados de maneira fraudulenta.
Segundo os números do Banco da Inglaterra (BC britânico), os residentes no Reino Unido acumulam uma dívida de 233 bilhões de libras (US$ 381 bilhões) em cartões de crédito, descobertos e outros empréstimos ao consumo.


Fato é que existe no mercado uma euforia fora de propósito. Aqui no Brasil, hoje uma maioria, acha que estamos nadando de braçada.O Brasil não é uma ilha isolada no mundo da prosperidade....cuidado gente....muito cuidado.
A luz no fim do túnel pode significar que a locomotiva está vindo pra cima.
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Pouco importa receber, o negócio é emprestar para o consumo. Os especialistas dizem que 46% do PIB emprestado é pouco, pois em outros paises chega a 80%. Mas será que dá para comparar paises e condições diferentes. Os empréstimos são mais para consumo ou mais para produção?
Eles que sao especialistas e que sabem das coisas que respondam. Mas parece que nao foram capazes de prever a crise do ano passado. Outros dizem que nem crise houve (sic)!!!!!! Será que sabem onde fica o nariz deles?
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