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Dinheiro
02/07/2009 - 08h43

Setor de veículos usados ensaia volta à fase pré-crise

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TATIANA RESENDE
da Folha de S.Paulo

A venda de carros usados ainda não voltou aos patamares de antes do agravamento da crise, mas já recuperou parte das vendas.

De acordo com Ilídio Gonçalves dos Santos, presidente da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos), eram vendidos em média 700 mil carros por mês até setembro, número que caiu pela metade após o agravamento da crise, no final do ano, e que agora deve estar em torno de 600 mil. Como a entidade não faz pesquisa, os dados são aproximados.

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Até dezembro, avalia, as vendas devem voltar ao nível pré-crise. Segundo Santos, o setor de usados apoia a redução de IPI para veículos novos porque o estímulo fiscal faz girar o mercado. A cada veículo novo emplacado, calcula, 2,5 usados são vendidos. Na sua opinião, "agora é a época de comprar um seminovo", com vários acessórios, pelo preço de um zero quilômetros sem direção hidráulica e ar-condicionado.

De acordo com a Assovesp (associação de revendedores do Estado de São Paulo), houve uma redução de 19,2% nas vendas de automóveis no acumulado do ano até maio ante o mesmo período de 2008. Considerando apenas os carros populares, o declínio foi menor (12,4%).

A linha para capital de giro, reaberta pelo Banco do Brasil em 26 de fevereiro para empresas de micro, pequeno e médio portes do comércio de veículos usados, emprestou até junho R$ 127 milhões dos R$ 200 milhões disponíveis até o fim do ano. Foram 1.600 operações, o que demonstra a pulverização dos recursos.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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