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Dinheiro
02/07/2009 - 10h22

Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 16 mil na semana

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da Folha Online

O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu em 16 mil na semana encerrada no dia 27 de junho, para 614 mil, contra 630 mil (dado revisado) na semana imediatamente anterior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho.

Na mesma semana do ano passado, o número de pedidos estava em 405 mil --400 mil solicitações é o número visto como limite entre uma economia saudável e uma em recessão. A média quadrissemanal, que atenua as volatilidades das leituras semanais, ficou em 615.250, uma queda de 2.750 pedidos em relação à média imediatamente anterior, 618 mil.

O número de americanos que já recebem o benefício há pelo menos duas semanas caiu em 53 mil, ficando em 6,7 milhões na semana até o dia 20 de junho (data da leitura mais recente disponível). O dado contrariou as expectativas dos analistas, que previam uma alta.

O departamento informou hoje ainda que a economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado de maio foi revisado e passou a mostrar um corte menor de postos de trabalho, 322 mil, contra a leitura inicial de 345.

Segundo o departamento, o número de pessoas desempregadas no país, 14,7 milhões, ficou quase inalterado no mês passado, na comparação com o mês imediatamente anterior. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de desempregados nos EUA aumentou em 7,2 milhões de pessoas e a taxa de desemprego cresceu 4,6 pontos percentuais.

Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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