Nobel da Paz defende aproveitar crise para mudar sistema financeiro mundial
da Efe, em Pequim
A crise econômica mundial pode e deve ser utilizada para mudar um sistema financeiro global 'pensado só para alguns poucos privilegiados', e cujas instituições e conceitos 'criam pobreza artificialmente', disse nesta quinta-feira o prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus, em Pequim (China).
O banqueiro bengalês disse que a atual crise é "a pior que se poderia imaginar", mas afirmou que a imprensa, centrada nas finanças, esquece com frequência que é também "uma crise alimentar, energética e ambiental".
Sobre isso, Yunus disse que é o momento de os economistas e políticos de todo o mundo, reunidos de hoje até o dia 4 na Cúpula Global de "Think Tanks" (centros de pesquisa e análise) em Pequim, aproveitem o momento para "desfazer o feito".
"Todo mundo está ocupado em pensar em como 'voltar à normalidade'. Mas de que normalidade estamos falando? Eu não quero voltar à situação anterior, é preciso criar um marco para não voltar a criar os problemas da 'normalidade' que havia antes", disse.
Yunus propôs em seu discurso, entre outros, uma remodelação dos sistemas financeiros, que no passado não davam lugar aos mais desfavorecidos e que obrigaram a que pessoas como ele formulassem um sistema financeiro à parte, o dos microcréditos.
Por último, o prêmio Nobel propôs mudar o próprio conceito dos negócios, "já que agora acredita-se que as pessoas apenas buscam o máximo lucro, e as pessoas têm muitas outras dimensões".
"O sistema se centra em nossa parte 'egoísta' e esquece nosso lado 'altruísta'. Sugiro criar dois mundos dos negócios, um que faça dinheiro e outro que o use em 'negócios sociais'", disse Yunus aos presentes ao fórum em Pequim.


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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