União Europeia vai criar fundo de microcrédito para desempregados
da Folha Online
da Reuters, em Bruxelas (Bélgica)
A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) informou nesta quinta-feira que vai criar um fundo de 100 milhões de euros (US$ 141,1 milhões) para facilitar a concessão de crédito para a criação de microempresas.
O objetivo da Comissão Europeia é encorajar pessoas que perderam seus empregos com a crise econômica a abrir seus próprios negócios.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
Segundo o órgão, os recursos podem crescer para mais de 500 milhões de euros através de joint-ventures (parcerias) com outras instituições financeiras, como o BEI (Banco Europeu de Investimento).
Fazer com que o crédito seja facilitado para pequenos negócios é um dos meios encontrados pela União Europeia para reduzir as taxas de desemprego na região, que vem batendo seguidos recordes.
"A crise financeira tem reduzindo o crédito tanto para iniciar como desenvolver seus próprios negócios", disse o comissário de Emprego e Assuntos Sociais, Vladimir Spidla, em comunicado. "Na atual recessão, queremos oferecer um recomeço para o desempregado através de um acesso facilitado ao crédito para iniciar ou desenvolver novos negócios."
Segundo dados do Eurostat (órgão estatístico da UE), a taxa de desemprego ficou em 9,5% em maio na zona do euro, contra 9,3% em abril e 7,4% em maio do ano passado. Com isso, o desemprego neste grupo de países chegou ao nível mais alto desde maio de 1999.
Segundo as estimativas, 15,01 milhões estavam sem emprego em maio de 2009 na zona do euro, 273 mil a mais do que em abril.
Já na UE, a taxa de desemprego ficou em 8,9% em maio, ante 8,7% em abril e 6,8% no mesmo mês de 2008. Foi o ponto mais alto desde junho de 2005.
Leia mais notícias sobre a crise econômica global
- Crise será superada primeiro nos países emergentes, diz professor
- Reino Unido estuda restringir práticas das companhias de crédito
- Déficit público da Itália chega a 9,3% do PIB
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Mercado publicitário sofrerá forte retrocesso em 2009, diz pesquisa
- Preço ao consumidor recua em seis de sete capitais, diz FGV
- Produção industrial sobe em maio, mas tem queda recorde em 12 meses, diz IBGE
Especial



Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar