Obama diz estar "profundamente preocupado" com desemprego nos EUA
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira que está "profundamente preocupado" com o aumento do desemprego no país e que muitas famílias americanas estão "preocupadas se serão as próximas" a serem atingidas pela perda do emprego.
Ele afirmou, no entanto, que desde que assumiu o cargo (em 20 de janeiro deste ano) o governo já conseguiu estabilizar o mercado financeiro e promover alguma estabilização do setor imobiliário.
"Mas o que ainda estamos vendo são muitos empregos perdidos", afirmou o presidente, em entrevista à agência de notícias AP (Associated Press).
O Departamento do Trabalho informou hoje que a economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, mesma taxa vista em agosto de 1983, contra 9,4% em maio. O dado de maio foi revisado e passou a mostrar um corte menor de postos de trabalho, 322 mil, contra a leitura inicial de 345 mil.
Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.
A taxa de desemprego nos EUA, assim, se aproxima dos dois dígitos; a última vez em que o país teve uma taxa assim foi em junho de 1983, quando estava em 10,1% --à época a economia americana também atravessava uma recessão.
A presidente da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), Nancy Pelosi, divulgou um comunicado hoje no qual comenta os dados sobre o mercado de trabalho nos EUA em junho. Segundo o texto, os números "são outro lembrete dos anos de falhas nos investimentos para tornar os americanos a força de trabalho mais instruída e inovadora do mundo".
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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