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Dinheiro
02/07/2009 - 14h37

Obama diz estar "profundamente preocupado" com desemprego nos EUA

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da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira que está "profundamente preocupado" com o aumento do desemprego no país e que muitas famílias americanas estão "preocupadas se serão as próximas" a serem atingidas pela perda do emprego.

Ele afirmou, no entanto, que desde que assumiu o cargo (em 20 de janeiro deste ano) o governo já conseguiu estabilizar o mercado financeiro e promover alguma estabilização do setor imobiliário.

"Mas o que ainda estamos vendo são muitos empregos perdidos", afirmou o presidente, em entrevista à agência de notícias AP (Associated Press).

O Departamento do Trabalho informou hoje que a economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, mesma taxa vista em agosto de 1983, contra 9,4% em maio. O dado de maio foi revisado e passou a mostrar um corte menor de postos de trabalho, 322 mil, contra a leitura inicial de 345 mil.

Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.

A taxa de desemprego nos EUA, assim, se aproxima dos dois dígitos; a última vez em que o país teve uma taxa assim foi em junho de 1983, quando estava em 10,1% --à época a economia americana também atravessava uma recessão.

A presidente da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), Nancy Pelosi, divulgou um comunicado hoje no qual comenta os dados sobre o mercado de trabalho nos EUA em junho. Segundo o texto, os números "são outro lembrete dos anos de falhas nos investimentos para tornar os americanos a força de trabalho mais instruída e inovadora do mundo".

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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