Piora no mercado de trabalho nos EUA em junho derruba Bolsas em NY
da Folha Online
As Bolsas americanas operam em baixa nesta quinta-feira, depois que o Departamento do Trabalho informou que o fechamento de vagas no país acelerou em junho e a taxa de desemprego chegou ao maior patamar desde 1983.
Às 15h56 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 2,10%, indo para 8.325,25 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 caía 2,32%, indo para 901,94 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em baixa de 2,32%, indo para 1.802,90 pontos.
No mês passado, o país perdeu 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado superou o referente a maio, que mostrou a eliminação de 322 mil vagas (dado revisado para baixo; a leitura inicial era de perda de 345 mil). Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.
O mercado financeiro vinha em ritmo de alta desde março, com as expectativas dos investidores por uma recuperação da economia, mas em meados de junho voltaram a crescer os temores de que a recuperação demore mais que o esperado.
"Há cada vez mais provas de que o ritmo de alta [dos mercados] não vai continuar", disse à agência de notícias AP (Associated Press) o diretor-gerente da United Wealth Management, Doug De Groote. Segundo ele, o consumo pode tirar o país da recessão em que se encontra desde dezembro de 2007, mas isso não vai ocorrer se o país continuar a fechar vagas no mercado de trabalho.
O volume de negócios também foi modesto hoje, uma vez que os mercados estarão fechados amanhã (3), em razão do feriado do Dia da Independência dos EUA --que cai no sábado (4).
O mercado não reagiu à notícia de que as encomendas feitas às fábricas americanas tiveram um crescimento de 1,2% em maio na comparação com abril. O resultado superou as expectativas dos economistas, que previam uma alta de 0,8%. O resultado de maio é ainda o melhor desde junho do ano passado, quando houve uma alta de 2,1%.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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