Dólar fecha em R$ 1,95; Bovespa recua 1,42%
da Folha Online
Atualizado às 16h55.
As corretoras de câmbio negociaram o dólar comercial por R$ 1,952 nesta quinta-feira, o que representa um acréscimo de 1,19% sobre a cotação de ontem. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,96 e R$ 1,93. Na praça paulista, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,070, alta de 0,97%.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) sofre queda de 1,42%, aos 50.814 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,68 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York perde 2,30%.
Notícias ruins desde o início da manhã azedaram o humor do mercado e mantiveram a taxa de câmbio pressionada e a Bolsa de Valores durante toda a sessão de negócios. Na Europa, a taxa de dezembro atingiu ao maior nível desde 1999, considerando os 16 países que compõem a zona do euro. E nos EUA, a destruição de postos de trabalho superou por larga margem as piores previsões do setor financeiro.
"Houve um aumento generalizado de aversão ao risco, o que se refletiu nos preços das commodities [matérias-primas]. O problema é que as notícias ruins aconteceram todas hoje", sintetiza Mário Paiva, analista da corretora Liquidez.
O analista chama a atenção para o fato de que começaram a voltar as operações de captação externa. "As perspectivas para o Brasil continuam positivas, e há expectativa de que os dólares continuem entrando no país, que continua atraente para o investidor estrangeiro. O problema de todos nós é que a maior economia do mundo ainda continua apresentando problemas sérios", ressalva.
No início da semana, o BNDES concluiu uma captação de US$ 1 bilhão em títulos no mercado internacional. E hoje, a Petrobras informou que pretende levantar US$ 1,25 bilhão no mercado internacional.
O Banco Central entrou no mercado entre 15h42 e 15h52, aceitando ofertas por R$ 1,9525 (taxa de risco).
Juros futuros
As taxas de juros previstas no mercado futuro da BM&F recuaram nos contratos de mais longo prazo. A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) comunicou que a inflação no município de São Paulo teve alta de 0,13% em junho, abaixo do 0,33% verificado em maio, pela leitura do o IPC (Índice de Preços ao Consumidor).
No contrato que projeta as taxas para janeiro de 2010, a taxa prevista foi mantida em 8,78%; para janeiro de 2011, a taxa projetada caiu de 9,97% para 9,92%.
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Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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Esses safados que não previram a crise global, deveriam ficar de boca fechada.
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