Confiança do brasileiro cai, mas ainda está acima da média global, diz pesquisa
da Folha Online
Atualizado às 13h11.
A confiança do consumidor brasileiro caiu, de 109 pontos no segundo semestre do ano passado para 88 pontos agora, mas ele ainda está entre os mais otimistas do mundo, aponta pesquisa da Nielsen divulgada nesta sexta-feira. De acordo com o estudo, as previsão de compras, aplicações e perspectivas para o futuro do brasileiro apontam para um cenário positivo.
A pesquisa --feita com 25.140 usuários de internet em 50 países entre 19 de março e 2 de abril-- verificou que a confiança média nos países da América Latina ficou em 82 pontos, enquanto a taxa global é de 77, ante 84 no levantamento anterior. No ranking do otimismo por país, os Estados Unidos ficaram com 80 pontos, e a China com 89 pontos.
A pesquisa aponta ainda que o brasileiro ainda é o que mais acredita que esta seja uma época boa para comprar: 40% disseram crer que o momento seja excelente ou bom para isso, contra 32% da média regional e 42% da média global.
Em relação às perspectivas de emprego, 33% dos brasileiros consideram as expectativas excelentes ou boas, contra 25% da região. Nessa esteira, 57% dos brasileiros disseram ter boas perspectivas para suas finanças pessoais, ante média mundial de 42%. Quando o assunto é estabilidade no emprego, os chilenos são os mais receosos da região (44%), seguidos por colombianos e mexicanos (41%). No Brasil, o índice é de 35%.
Já em relação à crise econômica, apenas 23% dos brasileiros se disseram preocupados, abaixo da média de 26% na região. Os latino-americanos mais preocupados nesse sentido são os colombianos, com 34%, e os menos preocupados são os chilenos, com 18%.
Os dados levantados também revelam o perfil dos gastos. Após cobrirem despesas essenciais, 50% dos entrevistados disseram gastar com lazer fora de casa. Os chineses aparecem em segundo neste quesito (41%), e os alemães ocupam a terceira posição (40%). No ranking latino-americano, o Brasil é seguido por Argentina (33%), Colômbia (32%) e México (31%).
No quesito saúde, os latino-americanos mais preocupados são os brasileiros (16%) e chilenos (15%). Na outra ponta do ranking estão argentinos e venezuelanos, com 7% e 6%, respectivamente.
A Nielsen também perguntou qual a maior preocupação para os próximos seis meses. A resposta "equilíbrio entre trabalho e vida pessoal" é a primeira ou segunda preocupação de 25% dos brasileiros, o que coloca o Brasil como 3º no ranking mundial, atrás apenas da Indonésia e China.
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MAS ESTOU COM UM PÉ ATRAS, POIS CERTAMENTE TEMOS AQUI E EM OUTROS PAISES EMERGENTES, UMA BELA BOLHA NAS BOLSAS, NOS IMOVEIS, ETC.
PARECE QUE A ECONOMIA ESTA SENDO TOCADA NA BASE DE DINHEIRO EMPRESTADO, QUE LOGO PODE ESGOTAR-SE OU REDUNDAR EM CALOTES IMENSOS.
TB TEMOS QUE TORCER MUITO PARA QUE O MUNDO NAO SOFRA UMA RECAIDA TAO LOGO TERMINEM O FORNECIMENTO DOS ANALGESICOS (POLITICA MONETARIA E FINANCEIRA EXTREMAMENTE FROUXA), QUE ESTAO SENDO MINISTRADOS AO PACIENTE, AINDA NA UTI, E QUE SE RETIRADOS CAUSA A VOLTA DE FEBRE LÁ PELOS 42 GRAUS, SEGUIDAO DO COLAPSO TOTAL.
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