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Dinheiro
03/07/2009 - 12h47

China defende mais recursos ao FMI e monitoramento de políticas

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da Folha Online
com Agência Ansa, em Roma

O presidente chinês, Hu Jintao, afirmou que seu país irá trabalhar com as nações industrializadas e emergentes durante a próxima cúpula do G8 (os sete países mais ricos do mundo e a Rússia) para "encorajar a comunidade internacional" diante da crise econômica.

Em entrevista ao jornal italiano "Corriere della Sera", Hu ressaltou que a atual conjuntura econômica é preocupante e, por isto, é necessário um monitoramento das políticas econômicas.

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"A China é favorável ao aumento dos recursos do Fundo Monetário Internacional [FMI], do Banco Mundial e dos outros organismos financeiros. Mas pede um maior monitoramento das políticas macroeconômicas", ratificou Hu Jintao.

A próxima Cúpula do G8 será realizada na cidade italiana de L'Aquila entre os dias 8 e 10 de julho. Além dos representantes dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Japão, Itália, Rússia, Reino Unido e França, membros do grupo, participarão do encontro os emergentes Brasil, Índia, China, África do Sul e Egito.

Segundo Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, nação presidente do turno do G8, na pauta de discussões da cúpula estão temas relacionados à crise econômica, Rodada Doha e mudanças climáticas.

Ao comentar a relação da China com a Itália, Hu Jintao pontuou que seu país quer "reforçar a confiança política recíproca, intensificar as trocas, aprofundar concretamente as cooperações e promover o desenvolvimento econômico e social" de ambas nações.

O mandatário também reiterou que "apoia o processo de integração da União Europeia (UE) e acolhe com satisfação a sua função sempre mais útil e relevante nas relações internacionais".

Obama

Por sua vez, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que buscará um acordo para aumentar a ajuda aos países pobres afetados pela crise econômica mundial na próxima cúpula do G8.

Em entrevista ao jornal católico "Avvenire", Obama destacou que o G20 (grupo dos países industrializados e dos emergentes) acordou em sua última reunião, realizada em abril na cidade de Londres, adotar medidas para "atenuar o impacto da crise econômica" no mundo. E, nesse sentido mencionou a liberação de US$ 100 milhões em créditos ao FMI.

"A nossa prioridade no G8 é induzir os outros países a fazerem o mesmo", ratificou Obama, pontuando que "os Estados Unidos têm como objetivo redobrar a ajuda".

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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