China defende mais recursos ao FMI e monitoramento de políticas
da Folha Online
com Agência Ansa, em Roma
O presidente chinês, Hu Jintao, afirmou que seu país irá trabalhar com as nações industrializadas e emergentes durante a próxima cúpula do G8 (os sete países mais ricos do mundo e a Rússia) para "encorajar a comunidade internacional" diante da crise econômica.
Em entrevista ao jornal italiano "Corriere della Sera", Hu ressaltou que a atual conjuntura econômica é preocupante e, por isto, é necessário um monitoramento das políticas econômicas.
10 questões para entender o tremor na economia
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
"A China é favorável ao aumento dos recursos do Fundo Monetário Internacional [FMI], do Banco Mundial e dos outros organismos financeiros. Mas pede um maior monitoramento das políticas macroeconômicas", ratificou Hu Jintao.
A próxima Cúpula do G8 será realizada na cidade italiana de L'Aquila entre os dias 8 e 10 de julho. Além dos representantes dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Japão, Itália, Rússia, Reino Unido e França, membros do grupo, participarão do encontro os emergentes Brasil, Índia, China, África do Sul e Egito.
Segundo Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália, nação presidente do turno do G8, na pauta de discussões da cúpula estão temas relacionados à crise econômica, Rodada Doha e mudanças climáticas.
Ao comentar a relação da China com a Itália, Hu Jintao pontuou que seu país quer "reforçar a confiança política recíproca, intensificar as trocas, aprofundar concretamente as cooperações e promover o desenvolvimento econômico e social" de ambas nações.
O mandatário também reiterou que "apoia o processo de integração da União Europeia (UE) e acolhe com satisfação a sua função sempre mais útil e relevante nas relações internacionais".
Obama
Por sua vez, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que buscará um acordo para aumentar a ajuda aos países pobres afetados pela crise econômica mundial na próxima cúpula do G8.
Em entrevista ao jornal católico "Avvenire", Obama destacou que o G20 (grupo dos países industrializados e dos emergentes) acordou em sua última reunião, realizada em abril na cidade de Londres, adotar medidas para "atenuar o impacto da crise econômica" no mundo. E, nesse sentido mencionou a liberação de US$ 100 milhões em créditos ao FMI.
"A nossa prioridade no G8 é induzir os outros países a fazerem o mesmo", ratificou Obama, pontuando que "os Estados Unidos têm como objetivo redobrar a ajuda".
Leia mais notícias sobre a crise econômica
- Confiança do brasileiro cai, mas ainda é maior que média global, diz pesquisa
- Após 4 meses, saldo de capital estrangeiro volta a ficar negativo na Bolsa
- Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Nova falha faz Angra 1 paralisar produção de energia
- Venda de caminhões tem queda de 20% no primeiro semestre
- Para frigoríficos, ação do Ministério Público no PA foi irresponsável
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre o FMI
- Leia a cobertura completa da crise financeira global
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar