Bolsas europeias fecham mistas sem referência dos EUA
da Folha Online
As Bolsas europeias tiveram um dia fraco nesta sexta-feira, com poucos negócios, já que o feriado prolongado do Dia da Independência nos EUA deixou os investidores sem direção definida a seguir. O feriado é amanhã (4), mas os mercados americanos permaneceram fechados hoje.
A Bolsa de Londres teve ligeira variação positiva de 0,05% no índice FTSE 100, indo para 4.236,28 pontos; a Bolsa de Paris subiu 0,10% no índice CAC 40, para 3.119,51 pontos; a Bolsa de Amsterdã teve alta de 0,40% no índice AEX General, indo para 253,70 pontos; e a Bolsa de Madri subiu 0,71%, ficando com 1.009,61 pontos no índice Madrid General.
A Bolsa de Frankfurt caiu 0,22% no índice DAX, indo para 4.708,21 pontos; e a Bolsa de Zurique fechou em queda de 0,31%, indo para 5.338,51 pontos no índice Swiss Market.
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A ausência da referência de Wall Street deixou os investidores europeus ainda olhando para os dados sobre o mercado de trabalho dos EUA em junho, divulgados ontem. No mês passado, os EUA perderam 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado superou o referente a maio, que mostrou a eliminação de 322 mil vagas (dado revisado para baixo; a leitura inicial era de perda de 345 mil).
O mercado financeiro vinha em ritmo de alta desde março, com as expectativas dos investidores por uma recuperação da economia, mas em meados de junho voltaram a crescer os temores de que a recuperação demore mais que o esperado.
Os poucos indicadores divulgados hoje na Europa não ajudaram a melhorar o ânimo dos investidores. O governo espanhol informou hoje que a produção industrial do país registrou queda em maio, de 20,5%, em comparação com o mesmo mês de 2008.
Além disso, a Eurostat --a agência europeia de estatísticas-- informou que as vendas varejistas na zona do euro tiveram recuo de 0,4% em maio na comparação com o mês anterior. Em ritmo anual, as vendas em maio caíram 3,3%.
Hoje também foi divulgado o PMI (Índice de Atividade de Gerentes de Compras, na sigla em inglês), pelo instituto Markit, que mostrou que o índice de atividade no setor de serviços da zona do euro ficou em 44,7 pontos, pouco alterado em relação à estimativa original, de 44,5 pontos. Leituras abaixo de 50 pontos indicam que a atividade está em ritmo de contração.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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