Dinheiro
03/07/2009 - 14h09

Montadora chinesa faz oferta por subsidiária da GM na Europa

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da Folha Online

A montadora estatal chinesa Baic (Beijing Automotive Industry Holding) quer comprar uma fatia da Opel, unidade europeia da General Motors. Com isso, A Opel mudaria um acordo já fechado com o grupo de autopeças canadense Magna, disseram fontes à agência de notícias Reuters nesta sexta-feira (3).

A Baic submeteu uma oferta não-solicitada pela Opel e fará uma proposta definitiva até meados de julho, disse a fonte à Reuters.

Apoiada por parceiros russos, a Magna é a principal interessada na disputa pela Opel. A empresa canadense quer aprovar um plano de negócios para a unidade europeia da GM até dia 7 de julho.

Outras interessada na Opel são a belga RHJ International e a italiana Fiat, tida anteriormente como a principal concorrente a vencer a disputa.

"Talvez nos próximos meses o assunto Opel seja retomado. O plano industrial da Fiat é o melhor. A primeira decisão do governo alemão e da GM foi de caráter financeiro e esteve condicionada pelo clima político na Alemanha", afirmou no mês passado o ministro de Desenvolvimento Econômico da Itália, Claudio Scajola.

Pelo acordado até agora, a Magna assumirá o controle da Opel com o apoio do banco russo Sberbank e do fabricante russo GAZ. O governo da Alemanha apoiará financeiramente o investidor com 1,5 bilhão de euros em ajudas no primeiro semestre, valor que pode chegar a 4,5 bilhão de euros nos próximos anos.

Cerca de 10 mil pessoas podem perder o emprego em fábricas europeias da Opel durante a reestruturação da montadora, segundo o ministro de Assuntos Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Essa incrível recuperação de Brasil, China, Japão e (parece) Comunidade Europeia faz lembrar que no já longínquo início de 2008 estávamos às portas de um crescimento gradativo e que ameaçava estourar. Os créditos imobiliários podres dos EUA já eram ameaça antiga até que atingiram proporção explosiva; isto levou à cobrança das dívidas impagáveis dos bancos inescrupulosos e de aplicadores desonestos. Se estes dois problemas financeiros não tivessem acontecido, talvez tivéssemos tido um progresso nunca antes experimentado. O lastro dessa possibilidade talvez tenha permitido a recuperação tão rápida que nos surpreende: a própria elite econômica brasileira prevê crescimento de 5% EM 2010 (se a eleição não atrapalhar! As campanhas estão em tom menor, mas não vão ficar assim por muito tempo). O perigo é o descontrole do dólar, culpa exclusiva dos norte-americanos, que desde a guerra do Vietnâ, vêm produzindo um déficit astronômico, sem nenhum retorno bélico, impagável. Está na hora de o mundo chamar a atenção dos EUA e adverti-los de que ou consertam sua economia ou serão superados, provavelmente pela China. Será que eles não percebem que, se isto acontecer, não vai ser feito com bom-mocismo, mas de forma acachapante sobre o país? O mundo pode caminhar para uma solução. Agora discutem-se problemas que sempre foram deixados de lado. Lula está de olho nisto e percebe-se que elabora uma plataforma para sua eventual volta em 2014, interessado em uma liderança mundial. Acorda, Obama!!! sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (40) 16/11/2009 16h04
Olmir Antonio de Oliveira (40) 16/11/2009 16h04
Mercado, é para negociantes, ocilações fazem parte do cenário......È facíl administrar a exemplo do que se fazia no passado, era só remarcar e o consumidor " o brasileiro" compulsoriamente acabava aceitando, legitimava, justifica a ocorrência, era sacrificado e ainda tinha que ficar agradecido...... O "produtor" o empresário nacional sequer se preocupava em "renegociar" contratos, adequar, equacional, simplesmente repassava e o "povão" aceita compulsoriamente. É de se pensar que as coisas podem ser feitas de outro modo, novos sistemas produtivos.... negociação, novas técnolçogias...... e agilidade administrativa por parte do empresário, mas se for um produtor rural, é de importancia ter em mente que tal atividade de seguir parametros e agilidade empresarial,convem resaltar que tal setor depende em muitos a fatores que podem fugir do alcance do administrador, clima, pragas.... Certo é que não se deve faltar vigilancia com gastos públicos, em especial aos feitos em vesperas de eleições, gastos diversos, blaá blá blá, muita propaganda para pouca obra feita e ou em coisas sem uma útilidade e ou efeito pratico em retorno para o contribuite. Para se prático em tempo de poucos compradores, para itens da exportação, é sabido que existem diversos outros países tentando tambem negociar, em mercado que o consumidor procurar adiar e ou conter as compras, é complicado. È preciso inovas se sobresair aos concorrentes......Ser qualificado e ser lembrado por fazer a diferença. 1 opinião
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Wilson Prado (115) 16/11/2009 15h12
Wilson Prado (115) 16/11/2009 15h12
Capitão Meirelles, se o seu amor pelo país for verdadeiro, fique onde está, por favor. Esta é a sua grande missão. É aí que o país precisa de você.
Repito, por favor, fique e mantenha o Brasil na rota, pois ninguém saberá conduzi-lo como você.
Explicando a simplista analogia: Lembramos o nome do navio e nem sempre o nome do capitão.
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