Desemprego continuará a crescer apesar de sinais de recuperação, diz FMI
da Efe, em Viña del Mar (Chile)
O diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional) para o hemisfério Ocidental, Nicolás Eyzaguirre, disse nesta sexta-feira que apesar de alguns indícios de recuperação econômica, o mercado de trabalho continuará se deteriorando no mundo, durante a 2ª Reunião de Ministros de Finanças da América, realizado na cidade chilena de Viña del Mar.
"Ainda que comecemos a ver sinais de revitalização, veremos que os números do desemprego continuarão a se deteriorar", afirmou --acrescentando que a atual crise econômica "contaminou o mundo". Ele apontou, no entanto, o ritmo do declínio começou a se desacelerar e que os números de 2010 serão melhores do que se achava há alguns meses.
Segundo analistas, os dados mais recentes sobre o mercado de trabalho em diferentes países têm apontado para uma direção comum: a recuperação da economia global deverá ser lenta.
Ontem, dois indicadores tiraram mais um pouco da confiança dos analistas na recuperação global. Nos Estados Unidos, a economia perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, mesma taxa vista em agosto de 1983 e se aproximando dos dois dígitos --a última vez em que o país teve uma taxa assim foi em junho de 1983, quando estava em 10,1%.
Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.
Já na zona do euro o desemprego ficou em 9,5% em maio, contra 9,3% em abril e 7,4% em maio do ano passado --nível mais alto desde maio de 1999. Já na UE, a taxa de desemprego ficou em 8,9% em maio, ante 8,7% em abril e 6,8% no mesmo mês de 2008. Foi o ponto mais alto desde junho de 2005.
No Reino Unido, o desemprego aumentou 7,2% entre fevereiro e abril e atingiu um total de 2,26 milhões de pessoas. Tanto a taxa de desemprego como a quantidade de desempregados no Reino Unido registram os maiores níveis desde 1997.
No último dia 11, a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgaram relatório no qual mostraram que a crise mundial fez com que 1 milhão de pessoas perdessem seus empregos na América Latina no primeiro trimestre deste ano. Segundo o documento, a taxa de desemprego na região atingiu 8,5% no primeiro trimestre, ante 7,9% um ano antes.
No Japão --uma dos países mais afetados pela crise econômica global--, a taxa de desemprego subiu para 5,2% em maio na comparação com o mês anterior, atingindo 3,47 milhões de pessoas. O número de desocupados no país é o mais alto desde setembro de 2003.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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