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Dinheiro
03/07/2009 - 18h22

Banco de desenvolvimento libera mais US$ 6 bi para América Latina

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da Folha Online
com France Presse, em Viña del Mar

O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) anunciou nesta sexta-feira que aumentará em US$ 6 bilhões os recursos disponíveis para ajudar a América Latina e o Caribe frente a crise econômica, informou o presidente da organização, Luis Alberto Moreno.

Segundo Moreno, os fundos suplementares vêm da proposta do Canadá de elevar provisoriamente sua contrapartida para US$ 4 bilhões, mais US$ 2 bilhões disponíveis após a mudança da norma de regula o limite de empréstimos da instituição.

"Os novos recursos ajudarão os países da América Latina e do Caribe e minimizar o impacto da crise financeira global em suas economias e a proteger o gasto social", disse Moreno, que por outro lado admitiu que estes recursos não são suficientes para aliviar as necessidades da região.

O BID também informou que recebeu ordens para concluir os estudos técnicos que permitam decidir sobre o aumento de capital do órgão e assim ajudar a região a enfrentar os desafios impostos pela pobreza e pelas mudanças climáticas.

Pobreza

O Bird (Banco Mundial) estimou que a crise atual poderá adicionar de 8 milhões a 13 milhões de pobres na América Latina, com 15 países da região prevendo crescimento negativo para 2009.

Em 2008, cerca de 181 milhões de latino-americanos viviam com menos de US$ 4 por dia --entre eles 73 milhões viviam em situação de extrema pobreza, informa o relatório do Bird divulgado durante reunião de ministros das Finanças dos países do continente, em Viña del Mar (Chile).

A pobreza na região, que aumentou continuamente durante os anos 1980-1990, conheceu, a partir de 2002, uma redução histórica, vendo 60 milhões de pessoas saírem da pobreza, entre elas 41 milhões deixando a extrema pobreza.

O Bird considerou, para seu relatório, patamar de pobreza para os que recebem US$ 4 por dia e, da extrema pobreza, US$ 2 por dia, critérios ajustados à situação da América Latina.

O México e o Brasil, as duas principais economias da região, concentrarão, respectivamente, a metade e a quinta parte, aproximadamente, desses "novos pobres", com o restante distribuído, sobretudo, entre Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela.

Historicamente, serão necessários três anos aos países para se refazerem da crise e levar a pobreza ao nível anterior ao choque, destaca o Bird.

Comentários dos leitores
Cassio XF (46) 23/12/2009 13h02
Cassio XF (46) 23/12/2009 13h02
Agora vem a demagogia em aumentar o salario minimo. Ou seja o governo injetartah mais bilhoes em dinheiro criado do nada na economia, pois terah q pagar seus milhares de funcionarios, assim, de um lado valoriza artificilamente a mao de obra e do outro inflaciona mais a economia que serah controlada mantendo os juros altissimos. Esse aumento do SM nada mais eh que um nivelamento c/ a inflacao, que o proprio governo cria. Tem-se que incentivar a producao e criacao em massa de empregos. Soh assim os salarios aumentaram em termos reais e naturalmente sem imposicao artificial do governo. A imposicao de um salario minimo eh pura politica. Por que entao ja nao impoe 1000 reais c/ minimo ? O mercado tem que ditar o valor do salario , eh para que ele valorize , tem qyue have aumento de producao e consume em massa e nao somete 5% aa. Alis esse PIB eh uma farsa. Ele incluiu em seu calculo em valores positivos os gastos do governo, ou seja quanto mais o governo gasta maor eh o PIB. Nao eh a toa que temos informacoes de PIB positivo , mas a economia domestica ( inadimplecia , contracao de dividas, sonegacao) estah aumentando.O dinherio estah saido do setor propdutivo e cidadao e estah caindo nas maos do Governo, Bancos e Multinacionais ( que tem acesso a creditos externos e exploram o cidadao cobrando nossos juros locais).
Ha uma enorme mascara em nossa realidade na qual a midia eh cumplice. Vamos acordar !
http://cxf-brasilsuperpotencia.blogspot.com/
sem opinião
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marcio B. (87) 23/12/2009 11h45
marcio B. (87) 23/12/2009 11h45
Cassio Tavares, O que Lula fez de bom, fez por ser uma obrigação da autoridade máxima do país, mesmo porque honestidade e comprometimento não são qualidades são obrigações morais, e defesa da soberania da nação, redistribuição de renda ( pagamos 50% do nosso dinheiro para o governo usar em benefício de todos), é uma obrigação inerente ao cargo, isso seria o mínimo do mínimo que um governante deveria fazer. Agora, tem-se que considerar que Lula e sua família (Lulinha) e os amigos próximos agora são todos MILIONÁRIOS, assumiram altos cargos em empresas públicas e aproveitaram bem o tempo de governo em benefício próprio. sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (59) 23/12/2009 10h27
Alziro Ribeiro da Silva (59) 23/12/2009 10h27
BRASILEIRO PAGA MUITO IMPOSTOS, PAGA TANTO E MAIORIA DELES NÃO SABEM O PORQUÊ PAGAM, RETORNO? NADA, ESTRADAS SAUDE EDUCAÇAO RUIS, BURACRACIAS E SERVIDORES INCONTENTENTES. sem opinião
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