Banco de desenvolvimento libera mais US$ 6 bi para América Latina
da Folha Online
com France Presse, em Viña del Mar
O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) anunciou nesta sexta-feira que aumentará em US$ 6 bilhões os recursos disponíveis para ajudar a América Latina e o Caribe frente a crise econômica, informou o presidente da organização, Luis Alberto Moreno.
Segundo Moreno, os fundos suplementares vêm da proposta do Canadá de elevar provisoriamente sua contrapartida para US$ 4 bilhões, mais US$ 2 bilhões disponíveis após a mudança da norma de regula o limite de empréstimos da instituição.
"Os novos recursos ajudarão os países da América Latina e do Caribe e minimizar o impacto da crise financeira global em suas economias e a proteger o gasto social", disse Moreno, que por outro lado admitiu que estes recursos não são suficientes para aliviar as necessidades da região.
O BID também informou que recebeu ordens para concluir os estudos técnicos que permitam decidir sobre o aumento de capital do órgão e assim ajudar a região a enfrentar os desafios impostos pela pobreza e pelas mudanças climáticas.
Pobreza
O Bird (Banco Mundial) estimou que a crise atual poderá adicionar de 8 milhões a 13 milhões de pobres na América Latina, com 15 países da região prevendo crescimento negativo para 2009.
Em 2008, cerca de 181 milhões de latino-americanos viviam com menos de US$ 4 por dia --entre eles 73 milhões viviam em situação de extrema pobreza, informa o relatório do Bird divulgado durante reunião de ministros das Finanças dos países do continente, em Viña del Mar (Chile).
A pobreza na região, que aumentou continuamente durante os anos 1980-1990, conheceu, a partir de 2002, uma redução histórica, vendo 60 milhões de pessoas saírem da pobreza, entre elas 41 milhões deixando a extrema pobreza.
O Bird considerou, para seu relatório, patamar de pobreza para os que recebem US$ 4 por dia e, da extrema pobreza, US$ 2 por dia, critérios ajustados à situação da América Latina.
O México e o Brasil, as duas principais economias da região, concentrarão, respectivamente, a metade e a quinta parte, aproximadamente, desses "novos pobres", com o restante distribuído, sobretudo, entre Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela.
Historicamente, serão necessários três anos aos países para se refazerem da crise e levar a pobreza ao nível anterior ao choque, destaca o Bird.
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Quem acreditar, que seja o palhaço desse desgoverno mentiroso.
Então esse cara(lula) conseguiu os 10 milhões (de desemprego)que prometeu?
Cuidado nas urnas, só isso que peço.
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