Dinheiro
03/07/2009 - 20h32

FMI aponta que desemprego em países industrializados atingirá teto em 2010

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da Efe

O desemprego provocado pela crise internacional atingirá seu ponto mais alto nos países industrializados no final de 2010, afirmou hoje o diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI (Fundo Monetário Internacional), Nicolás Eyzaguirre.

O emprego se recuperará mais lentamente que a economia, assegurou Eyzaguirre em entrevista coletiva, após sua participação no debate inaugural da II Reunião de Ministros de Finanças da América, realizado na cidade chilena de Viña del Mar.

Segundo Eyzaguirre, uma das razões para isso é o fato de que os agentes econômicos esperam que a atividade tenha retomado um ritmo de crescimento efetivo, antes de tomar decisões relacionadas à geração do emprego.

Eyzaguirre não quis prever até que ponto o desemprego chegará no mundo já que, na atual conjuntura, onde os eventos acontecem de maneira muito acelerada, fica difícil fazer projeções.

Por essa mesma razão, explicou o diretor, o FMI não atualizou suas previsões sobre a evolução da economia internacional.

Sobre o assunto, Eyzaguirrey se limitou a dizer que os números da economia serão negativos neste ano, mas "serão melhores" no próximo.

O diretor afirmou que a economia começará a se recuperar este ano, mas isso só significa que os números do terceiro trimestre serão melhores que os do segundo, mais ainda serão negativos.

Disse ainda que o PIB (Produto Interno Bruto) da América Latina poderia cair até 2% este ano, "menos que a média mundial, devido à eficácia das políticas" aplicadas pelos Governos da região.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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