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Dinheiro
06/07/2009 - 09h20

Inflação da baixa renda desacelera e sobe 0,14% em junho

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da Folha Online

O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais, teve desaceleração acentuada em junho, mostrando uma alta de 0,14%, contra a alta de 0,69% em maio. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

No ano, o IPC-C1 acumula alta de 2,99% e, nos últimos 12 meses, de 4,35%. A variação acumulada no primeiro semestre do ano foi influenciada pelo avanço nos preços dos itens: leite tipo longa-vida (36,37%), batata inglesa (64,19%), cigarro (21,81%), tarifa de ônibus urbano (2,97%) e aluguel residencial (4,44%).

Já os preços dos itens feijão carioquinha (-42,24%), óleo de soja (-24,45%), tomate (-22,16%), feijão preto (-34,01%) e arroz branco (-15,24%) tiveram recuo --juntos, esses itens representam 3,12% do orçamento doméstico de famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos.

Em junho, as maiores contribuições para a desaceleração da taxa do IPC-C1 vieram dos grupos: Habitação (de 1,27% para -0,02%) e Despesas Diversas (de 7,15% para 0,24%). Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram: tarifa de eletricidade residencial (2,79% para -2,61%) e cigarros (11,89% para 0,09%).

Os preços nos grupos Vestuário (0,78% para 0,42%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,17% para 0,08%), Transportes (de estabilidade para -0,03%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,02% para -0,54%) também desaceleraram --em alguns casos, aprofundaram as quedas. Os destaques foram: roupas (1,17% para 0,72%), medicamentos em geral (2,17% para 0,34%), gasolina (-0,15% para -0,97%) e material escolar, excluindo livros (-0,41% para -1,21%).

A única aceleração entre as sete classes de despesa componentes do índice foi do grupo Alimentação (-0,08% para 0,31%), com destaque para os itens: aves e ovos (-1,65% para 2,74%), laticínios (5,18% para 7,40%), adoçantes (-0,87% para 3,29%), pescados frescos (-3,10% para 1,27%) e óleos e gorduras (-1,65% para 1,42%).

Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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