Banco Mundial anuncia US$ 2,5 bilhões para ajudar comércio
da Efe, em Genebra
da Folha Online
Atualizado às 09h59.
O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, anunciou nesta segunda-feira que já estão disponíveis os primeiros US$ 2,5 bilhões para conceder fundos ao GTLP (Programa Global de Liquidez ao Comércio, na sigla em inglês).
O programa foi lançado durante a última reunião do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes) em abril, em Londres (Reino Unido), na qual foi determinado que eram necessários US$ 50 bilhões para injetar liquidez a um sistema financeiro em crise e que não estava oferecendo créditos para financiar o comércio.
Hoje, em cerimônia na OMC (Organização Mundial do Comércio), foram apresentados os primeiros resultados tangíveis do programa.
"A falta de crédito era alarmante e precisávamos revertê-la, por isso, iniciamos este programa, que durará três anos e que oferecerá uma liquidez essencial para a economia e o comércio em particular", disse Zoellick, na apresentação.
No total, US$ 2,5 bilhões foram oferecidos integralmente pelo setor público, mas as autoridades do Banco Mundial confiam em que, graças a vários acordos assinados com instituições financeiras privadas, esta contribuição pode duplicar em breve.
O objetivo é fechar acordos com quase 500 bancos em mais de 70 países diferentes.
Protecionismo
Zoellick advertiu para o risco de uma tendência ao protecionismo, devido a algumas das medidas de estímulo introduzidas por diferentes governos para ajudar as indústrias mais afetadas pela crise.
'Os líderes governamentais devem entender que estão brincando com fogo', alertou, destacando as medidas de alguns países como Estados Unidos e China.
"Os países industrializados utilizaram subvenções para seus setores em dificuldades, enquanto que países com menos recursos aumentam de forma seletiva suas barreiras alfandegárias. Estas tendências pode se descontrolar facilmente nos próximos meses à medida que o desemprego crescer", afirmou.
Nos EUA, o governo propôs a cláusula "Buy American" dentro do pacote de US$ 787 bilhões apresentado em fevereiro deste ano. Ela exige das empresas que receberem ajuda do governo o uso de matéria-prima americana, como aço, ferro e manufaturados.
No último dia 23, UE (União Europeia) e Estados Unidos abriram um processo na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra as restrições que a China impõe às exportações de algumas de suas matérias-primas estratégicas, anunciou a Comissão Europeia.
Europeus e americanos criticam a China por praticar restrições na exportação --sob a forma de cotas ou preços mínimos-- sobre algumas matérias-primas industriais, especialmente para a fabricação de semicondutores e ou peças de aeronáutica. Entre os produtos envolvidos estão o zinco, a bauxita e o magnésio. A China, por sua vez, defendeu as restrições em nome da proteção do meio ambiente.
Com informações da agência de notícias France Presse
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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