Bolsas europeias fecham com pessimismo sobre recuperação da economia global
da Folha Online
As Bolsas europeias fecharam em baixa nesta segunda-feira. Os investidores aguardam com preocupação o início da temporada de divulgações trimestrais de resultados das empresas; o temor é de que os resultados sejam fracos e sinalizem que a recuperação econômica global esteja em um horizonte mais distante que o previsto.
A Bolsa de Londres fechou em baixa de 0,98% no índice FTSE 100, indo para 4.194,91 pontos; a Bolsa de Paris caiu 1,20% no índice CAC 40, para 3.082,16 pontos; a Bolsa de Frankfurt caiu 1,20% no índice DAX, indo para 3.082,16 pontos; e a Bolsa de Madri caiu 1,43%, ficando com 995,21 pontos no índice Madrid General. A Bolsa de Zurique foi a exceção do dia, fechando em alta de 0,29%, com 5.354,15 pontos no índice Swiss Market.
O índice FTSEurofirst 300 --que reúne ações das principais empresas europeias-- fechou em baixa de 1%, com 833,77 pontos, menor resultado para um encerramento de pregão desde o dia 23 de junho deste ano. O indicador chegou a registrar queda de 2% hoje.
As ações das mineradoras tiveram quedas expressivas, com destaque para as da Rio Tinto (-7%), e o setor siderúrgico também perdeu, com destaque para as ações da ArcelorMittal (-4,7%).
No setor financeiro, caíram as ações do Deutsche Bank (-3,2%), UniCredit (-2,9%) e Royal Bank of Scotland (-2,9%).
Já os papéis do grupo farmacêutico Roche (2,3%), do grupo de telecomunicações Vodafone (1,7%) e da British American Tobacco (1,8%) tiveram ganhos.
Na quarta-feira (8), a produtora americana de alumínio Alcoa abre a temporada de divulgações dos balanços do segundo trimestre deste ano.
Na falta de divulgações de indicadores econômicos relevantes hoje, os investidores europeus ficaram ainda voltados para os dados sobre o mercado de trabalho nos EUA e na Europa, divulgados na quinta (2). No mês passado, os EUA perderam 467 mil postos de trabalho, e a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado superou o referente a maio, que mostrou a eliminação de 322 mil vagas (dado revisado para baixo; a leitura inicial era de perda de 345 mil).
Além disso, a Eurostat --a agência europeia de estatísticas-- informou, também na sexta, que as vendas varejistas na zona do euro tiveram recuo de 0,4% em maio na comparação com o mês anterior. Em ritmo anual, as vendas em maio caíram 3,3%.
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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