Dinheiro
06/07/2009 - 16h47

Juros para financiamento de veículos caem ao nível pré-crise

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da Folha Online

As taxas de juros praticadas pelos bancos das montadoras caíram para níveis abaixo dos registrados antes do agravamento da crise econômica global, informou nesta segunda-feira a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras).

Em maio, a taxa média de juros praticada pelas associadas à entidade fechou no patamar de 1,55% ao mês, enquanto em maio de 2008 a média mensal registrada foi de 1,62%.

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"As taxas estão seguindo a tendência de declínio e já atingimos nível inferior ao período pré-crise. Além disso, essa redução mensal está contribuindo para a manutenção do crescimento dos financiamentos de automóveis", afirmou Luiz Montenegro, presidente da Anef.

O saldo total das carteiras de leasing e CDC (Crédito Direto ao Consumidor) tiveram incremento de 15,4% em comparação ao mês de maio do ano passado, saindo de R$ 126,5 bilhões para R$ 146 bilhões no mesmo período de 2009.

Apenas a carteira de leasing cresceu 52,1%, de R$ 42,4 bilhões em maio de 2008 para R$ 64,5 bilhões em maio deste ano. Já a carteira de CDC caiu 3,1%, saindo de R$ 84,1 bilhões para R$ 81,5 bilhões, na mesma comparação.

As duas carteiras representavam 5% do PIB (Produto Interno Bruto) em maio deste ano, contra participação de 4,4% no mesmo período de 2008. Segundo a entidade, o montante de R$ 146 bilhões corresponde a 34,2% do total do crédito disponibilizado no mercado para pessoas físicas.

"Desde o início do ano, estamos avaliando o cenário de recuperação gradual da econômica, mas ainda não é possível realizar projeções com mais precisão. No entanto, acreditamos que as carteiras de leasing e CDC continuem em quadro de crescimento, podendo atingir, no final de 2009, aumento entre 10% e 15% sobre o volume de 2008", analisa Montenegro.

O plano máximo de financiamento reduziu de 72 meses, em maio de 2008, para 60 meses em maio deste ano. Já os planos médios passaram de 42 meses para 40 meses, comparando o mesmo período. A inadimplência acima de 90 dias encerrou o mês de maio deste ano em 5,4% na carteira de CDC, contra 5,2% em 2008.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (47) 19/11/2009 22h10
Olmir Antonio de Oliveira (47) 19/11/2009 22h10
A respeito do setor de autopeças. Creio que dada as isenções de ipi aos automoveis, faltou dar uma salvaguarda para incrementar, prestigiar o produtor de autopeças aqui radicados, inclusive poderia auxiliar a players internacionais para produzirem aqui, inclusive para exportações em futuro ser atual crise vividas em diversos paises. (por conceito sou favoravel ao livre mercado e livre iniciativa, a desoneração de impostos e ou entraves burocraticos, mas eventualmente o mercado e o país deve dar certa salvaguarda, mas sempre por periodo menor possivel).
Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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Alexandre Pellizzon (95) 09/11/2009 16h22
Alexandre Pellizzon (95) 09/11/2009 16h22
Os estados que mais produzem veiculos: Sp, MG e RS sao governados por tucanos. Eles nao defedenram os empregos dos metalurgicos durante a crise, nao reduzindo nenhum imposto e ainda se beneficiaram do ipi q aumento a venda de carros 1 opinião
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celso assis (63) 09/11/2009 15h41
celso assis (63) 09/11/2009 15h41
Com relação ao ICMS estadual sobre os carros acho de fato um roubo, e por que nos estados onde o PT governa eles aproveitam a boquinha e não isentam os os compradores de tal imposto ( o Sr. Jorge Wagner na Bahia do PT deveria começar a renunciar deste imposto) Lembram-se de qdo este famosso PT com seus Lulas e similares falavam mal e estavam contra o Plano Real , que de fato conseguiu acabar com nossa inflação. 2 opiniões
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