Agência Moody's avisa que pode melhorar nota de risco do Brasil
da Folha Online
Atualizado às 18h16.
A agência de classificação de risco Moody's informou nesta segunda-feira que, em sua próxima reavaliação, pode melhorar o "rating" do Brasil. Segundo analistas da agência, a economia do país mostrou resistência aos percalços da crise global.
Entenda o que é "rating" ou nota de risco
Se confirmada, a revisão da nota de risco brasileira pela Moody's seria uma promoção para o grupo de países grau de investimento. O Brasil já é considerado um integrante deste grupo pelas agências de "rating" Fitch e Standard & Poor's.
O "rating" é uma opinião sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros. A avaliação é feita por empresas especializadas, as agências de classificação de risco, que emitem notas, expressas na forma de letras e sinais aritméticos, que apontam para o maior ou menor risco de ocorrência de um "default", isto é, de suspensão de pagamentos.
"Como resultado da virada negativa dos eventos no cenário internacional, o Brasil experimentou o equivalente a um severo teste de estresse, de grandes proporções, em vários dos últimos meses", avaliou Mauro Leos, o analista sênior de risco soberano da Moody's.
O rating dos papéis da dívida soberana do país são classificados como "Ba1", ainda no nível de "grau especulativo" pela metodologia da Moody´s. A próxima nota, num patamar acima, é "Baa3", a mais baixa dada os países, ou empresas, considerados de menor risco.
Em tese, um "rating" elevado contribui para que uma empresa possa captar recursos no mercado internacional a juros menores comparativamente a uma empresa que não seja considerada nesse nicho. Por esse motivo, o "rating" que incide sobre os títulos emitidos no exterior costuma ganhar mais destaque em comparação com o "rating" sobre títulos restritos ao mercado doméstico.
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Especial


Os verdadeiros Governos democráticos, deveriam ignorar os conselhos desse FMI, pois é um organismo que defende um Governo para as Instituições e não um Governo para o POVO.
Está sempre aconselhando governos a injetar dinheiro público em instituições privadas e em Sistema Financeiros, bancos e empresas particulares, a pretexto de recuperar a Economia. Mas, na realidade esse dinheiro vai se transformar em lucros privados, jatinhos, iates, limusines, viajens de turismo, ou colar de diamantes no pescoço de prostituta elegante ou no pescoço de amantes de algum políticos ou empresários, sem retorno nenhum social para quem paga os impostos.
O FMI, só visa privatizar os lucros e socializar os prejuízos.
O Dinheiro do Povo, tem que ser injetado é no POVO.
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