Ministro diz que "afrouxada" no superávit primário gera corte menor no Orçamento
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) disse hoje que a retirada dos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do superávit primário (economia do governo para pagar juros da dívida) ajudará o governo a realizar um corte menor no Orçamento deste ano.
Essa mudança vai representar um espaço de mais de R$ 6 bilhões para gastos do governo neste ano, quando a queda na arrecadação deve frustrar as receitas federais.
Somente no último bimestre, as receitas ficaram R$ 3 bilhões abaixo do projetado. Por isso, segundo o ministro, haverá um novo corte do Orçamento, que deve ser anunciado até o próximo dia 20. O valor do corte, no entanto, não vai chegar a esse patamar.
"Não haverá grandes cortes não. Do jeito que nós estamos tocando, vai ser aquele contingenciamento, talvez pequenas mudanças", afirmou o ministro.
O valor de R$ 6 bilhões é a diferença entre o investimento de cerca de R$ 21 bilhões previsto para o PAC neste ano e o valor do PPI (Projeto Piloto de Investimentos, que inclui obras classificadas de prioritárias para a infraestrutura). O governo já tinha autorização para excluir da meta de superávit o PPI, num total de R$ 15 bilhões.
"De fato, isso significa uma pequena afrouxada na forma como nós vamos trabalhar, até porque o PPI é menor que o PAC. Isso significa um fôlego para que nós não tenhamos de mexer muito nos outros parâmetros", afirmou o ministro.
De acordo com Bernardo, apenas uma recuperação das receitas no segundo semestre pode levar o governo a não utilizar esse recurso integralmente. "Se houver necessidade, nós vamos descontar. Se a receita melhorar, eu posso não descontar ou descontar apenas uma parcela do PAC."
Mantega
Mais cedo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, rejeitou que o governo federal reduzirá ainda mais a meta de superávit primário para este ano. A meta atualmente é de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), contra 3,8% no ano passado.
"O superávit primário deste ano será aquele que já foi anunciado por nós, de 2,5%. Estamos fazendo um superávit primário menor neste ano para poder fazer as medidas anticrise, que estão dando muito certo", disse o ministro após a cerimônia de posse do novo presidente da Nossa Caixa, Demian Fiocca, em São Paulo. "Em nenhum momento pensei em reduzir mais o [superávit] primário neste ano. Alguns andaram falando em primário zero. Isso não é verdade, não está correto."
O governo federal já fez duas reduções na meta do superávit primário neste ano. O primeiro, de 3,8% para 3%, ocorreu no início do ano para acomodar as medidas anticrise. A segunda, de 3% para 2,5%, foi anunciada no mês passado, com a saída da Petrobras das contas do governo para a estatal ter mais fôlego nos seus investimentos.
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Especial


http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u648526.shtml
Acostumados a vilipendiar consciências, desde os tempos do start up da COMPRA DE VOTO DE PARLAMENTARES (reeleição), ora se voltam pra tentativa de compra da consciência do POVO
Outros tempos srs inventores da RODA, no quesito corrupção!!!
O povo estava submisso à era APAGÔNICA, FACE A FALTA TOTAL DE MEIOS DE SUBSISTÊNCIA
O Discernimento hoje, é parte do cotidiano do povão,
Os SRs estão ultrapassados
Essa de persuadir o povo do NORDESTE, com GENTE PAGA pra tentar COMPRAR a consciência coletiva:
OUTRO TIRO NO PÉ
Os srsr, repito, estão ULTRAPASSADOS.
sem tema sem proposta
por isso partem pra essa apelação.
credo que falta de criatividade
O persuasor (assim chamados pelos sem rumo), chega e aborda o caboclo:
Meu Sr nos somos representantes do psdb, estamos hoje nos aproximando dos srs, com vista a eleição de 2010.
O CABOCLO responde:
O xchenti bixim
mais num é o mesmo pessoar que teve nos governu antes du nossu Lula?
Uai xchenti homi
nois num que incompetenti di novu lá não.
Cabra da pesti aquele...
genti num podia nem comprá feijão
arroiz..... inton si
custava uma DÚZIA de CONTUS
MEU PADIM PADI CIÇU
LIVRAI nus dissu.
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que voltar às mãos dos incompetentes, é ter seu feijão
de cada dia fora de sua mesa
O Arroz parte do prato básico do brasileiro, à época DO REINO DA INCOMPETÊNCIA,
na ERA APAGÔNICA,
CUSTAVA
12 reais.....
isso já lá se vão
8 anos
Se a incompetência não tivesse sido assepsiada desde o PLANALTO;;;;;; HOJE,
TAVA DA ORDEM DE
20 REAIS o pacote
credo
QUEM QUÉ ESSA DESGRAÇA DE NOVO EM BRASÍLIA?
ninguém
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Isso é o Brasil da ditadura sindicalista do PT
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