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Dinheiro
07/07/2009 - 08h34

Preços fecham junho com deflação de 0,32%, diz FGV

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da Folha Online

O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) fechou junho apontando deflação de 0,32%, ante alta de 0,18% em maio, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). No ano, o índice acumula queda de 1,04% e, nos últimos 12 meses, acumula alta de 0,76%.

A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-10 e do IGP-M, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de junho foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.

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O IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou em junho uma queda 0,64%, maior que os 0,10% de maio. O índice relativo a Bens Finais apresentou alta de 0,11% --no mês anterior, a taxa foi de -0,43%. A principal contribuição para a aceleração partiu do subgrupo alimentos processados (de 0,21% para 1,08%). Excluídos alimentos in natura e combustíveis, o índice teve variação positiva de 0,45%, ante zero em maio.

O índice do grupo Bens Intermediários registrou queda de 1,53% em junho, ante queda de 0,41%, em maio. O destaque ficou por conta do subgrupo combustíveis e lubrificantes para produção (de alta de 1,24% para queda de 3,78%). Excluídos combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice teve queda de 1,23%, contra queda de 0,63% em maio.

No estágio das Matérias-Primas Brutas, o índice recuou 0,88%, contra queda de 0,21% em maio.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) ficou em 0,12%, abaixo da apurada em maio (0,39%). A maior contribuição para a desaceleração do índice veio do grupo Habitação (de alta de 0,76% para alta de 0,12%), seguido de Despesas Diversas (de 4,04% para 0,31%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,61% para 0,27%), Vestuário (de 0,52% para 0,43%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,00% para -0,04%). Já os grupos Alimentação (de -0,30% para 0,12%) e Transportes (de -0,19% para -0,14%) foram em sentido contrário.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou alta de 0,70% em junho, abaixo da alta de 1,39% em maio. Dois dos três grupos apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: Serviços (de 0,81% para 0,15%) e Mão-de-Obra (de 3,49% para 1,51%). Já o os preços do grupo Materiais e Equipamentos acelerou, passando de -0,71% para -0,06%.

Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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