Planalto espera receita tributária extra com lançamento de ações
LEANDRA PERES
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O governo conta com receitas extraordinárias de impostos para melhorar o desempenho da arrecadação federal nos próximos meses. O primeiro desses recursos deve ser o recolhimento de pouco mais de R$ 1,5 bilhão do IR (Imposto de Renda) sobre a venda de ações da empresa de cartões VisaNet.
O lançamento de ações na Bolsa foi uma fonte importante de recursos em 2007, quando as aberturas de capital da Redecard, da Bovespa e da BM&F fizeram com que o governo tivesse picos de arrecadação no IR. O total pago por pessoas físicas chegou a R$ 5,7 bilhões.
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A expectativa do governo não é repetir o resultado, mas há projeções indicando que, se todas as operações já anunciadas ao mercado financeiro forem concluídas, esse ganho extraordinário poderá alcançar até R$ 3,5 bilhões neste ano.
Esse dinheiro seria suficiente para cobrir a despesa que o governo terá neste ano com a prorrogação das desonerações sobre carros, eletrodomésticos, material de construção e máquinas e equipamentos, anunciada na semana passada.
A tributação das operações em Bolsas de Valores se dá em dois momentos. Quando uma empresa começa a negociar ações, as chamadas aberturas de capital, os donos têm que recolher até 20% de IR sobre o ganho na operação. No caso de ações que já são negociadas e sobem de preço, a taxação chega a 15%.
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LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
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FHC: Atrelou o real com o dólar durante metade de seu governo, o que fez com que o país se endividasse irresponsavelmente. Isto para poder importar produto barato manter a inflação baixa, mas muitas empresas nacionais quebrarem e o desemprego dobrar em apenas 4 anos. Em 1999 (após as eleições) aderiu ao câmbio flutuante e endividou ainda mais a dívida do país (que estava em dólar). Ao ser socorrido pelo FMI perdeu a autoridade de seu governo e a política econômica passou a ser comandada pelo Fundo Monetário Internacional.
LULA: Não tentou pirotecnia, como atrelamento de câmbio, estimulou as exportações (que mais que triplicou em seu governo), protegeu empresas nacionais com crédito, transformou a dívida em dólar em dívida em real, reduziu a dívida deixada por FHC de 67% do PIB para 42% do PIB (e com previsão de queda ainda maior para os próximos anos).
FHC: o país parou de investir em infra-estrutura para poupar dinheiro para pagar a dívida externa que ele mesmo explodiu em seu desgoverno.
LULA: colocou o país novamente como promotor do crescimento e realiza obras para combater os gargalos em infra-estrutura que se acumularam durante 20 anos.
FHC: sua política provocou crescimento do desemprego, que saiu da casa dos 6% para 13%. Sua política de arrocho salarial provocou o esfriamento econômico por falta de consumo e aumento das desigualdades sociais.
CONTINUA
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