Publicidade

Dinheiro
07/07/2009 - 19h41

Fabricante de autopeças Lear declara concordata nos EUA e Canadá

Publicidade

da Efe, em Washington

A fabricante de autopeças Lear Corporation declarou hoje concordata nos Estados Unidos e Canadá depois de seu plano de reestruturação ter sido aprovado por credores e detentores de bônus.

No último dia 1º, a Lear já tinha anunciado que planejava declarar concordata após alcançar um acordo provisório com a maioria dos membros dos comitês diretores de credores e detentores de bônus sobre a reestruturação de sua dívida.

As subsidiárias da empresa fora dos EUA e do Canadá não estão incluídas na quebra.

O presidente da Lear, Bob Rossiter, expressou em um comunicado sua satisfação "com o sólido apoio proporcionado" pelos credores e detentores de bônus ao plano de reestruturação da dívida.

Rossiter acrescentou que planeja sair da concordata rapidamente e que apresentará ao tribunal seu plano de reestruturação em 60 dias.

Durante o processo de quebra, a empresa receberá US$ 500 milhões de um grupo de instituições financeiras para seguir operando.

A Lear diz que tem US$ 1,27 bilhão em ativos e US$ 4,5 bilhões em dívidas.

Os principais credores são instituições financeiras que emprestaram US$ 1,3 bilhão à fabricante de autopeças.

Em comunicado, a companhia relata que solicitou ao Tribunal de Quebras de Nova York permissão para continuar pagando salários e prestações a seus empregados no mundo todo, assim como manter o financiamento de suas obrigações com aposentados nos EUA e Canadá.

A Lear tem mais de 70 mil funcionários no mundo todo, dos quais quase seis mil estão nos EUA e Canadá, além de 210 instalações em 36 países.

Em 2008, a companhia teve receitas US$ 13,6 bilhões principalmente por causa da venda de assentos para veículos e de equipamentos eletrônicos.

A companhia produz componentes para a produção de 42 mil veículos por dia em todo o mundo.

Comentários dos leitores
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Nao eh o Ouro que que estah aumentando, sao as moedas que estao se desvalorizando. O ouro sempre tem valor estavel se comparado aos outros comodities. Por exemplo, a mesma quantidade de ouro compra o mesmo volume de petrole hoje e ou ha 30 anos atras.
Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
sem opinião
avalie fechar
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
epero que o dem puna o seu governador e não varra a sujeira para baixo do tapete como pt
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
sem opinião
avalie fechar
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
Seria talvez interessante saber não só a porecntagem em relação ao PIB, mas tambem qual a porcentagem em relação PIB dos empréstimos que foi para o consumo e qual a que foi para a produção (excuindo-se aqui dados do BNDES).
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4386)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca