Papa pede medidas a favor dos mais pobres na reunião do G8
da Efe, no Vaticano
da Folha Online
O papa Bento 16 pediu que na Cúpula do G8 (grupo que reúne os sete países mais desenvolvidos e a Rússia), que começa nesta quarta-feira na cidade italiana de L'Aquila, "sejam tomadas decisões que beneficiem todos os povos, especialmente os mais pobres".
O sumo-pontífice fez essa declaração perante oito mil pessoas que assistiram na sala Paulo 16 do Vaticano à audiência pública das quartas-feiras, na qual explicou sua terceira encíclica, "Caridade na Verdade", publicada ontem.
"É uma grande cúpula mundial da qual podem sair decisões úteis para o verdadeiro progresso de todos os povos, especialmente para aqueles mais pobres", afirmou o papa.
Bento 16 se reúne hoje com as mulheres dos líderes presentes na reunião. No próximo dia 10, o papa receberá no Vaticano o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
No texto da encíclica, o papa denuncia a mentalidade de lucros a todo custo da economia globalizada e lamenta que a ambição tenha trazido a atual crise econômica. "O lucro é útil se serve como meio para um fim (...) Quando o lucro se torna a meta exclusiva, se é produzido por meios impróprios e sem o bem comum como seu fim último, surge o risco de destruição da riqueza e criação da pobreza", diz o texto.
Bento 16 diz ainda na encíclica que os países industrializados devem reduzir seu consumo de energia, tanto para tratar melhor o ambiente como para deixar os mais pobres terem acesso a recursos energéticos. "Um dos maiores desafios diante da economia é alcançar um uso mais eficiente, e não o abuso, dos recursos naturais, baseado na noção de que 'eficiência' não vem sem um custo."
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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