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Dinheiro
08/07/2009 - 08h43

Papa pede medidas a favor dos mais pobres na reunião do G8

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da Efe, no Vaticano
da Folha Online

O papa Bento 16 pediu que na Cúpula do G8 (grupo que reúne os sete países mais desenvolvidos e a Rússia), que começa nesta quarta-feira na cidade italiana de L'Aquila, "sejam tomadas decisões que beneficiem todos os povos, especialmente os mais pobres".

O sumo-pontífice fez essa declaração perante oito mil pessoas que assistiram na sala Paulo 16 do Vaticano à audiência pública das quartas-feiras, na qual explicou sua terceira encíclica, "Caridade na Verdade", publicada ontem.

"É uma grande cúpula mundial da qual podem sair decisões úteis para o verdadeiro progresso de todos os povos, especialmente para aqueles mais pobres", afirmou o papa.

Bento 16 se reúne hoje com as mulheres dos líderes presentes na reunião. No próximo dia 10, o papa receberá no Vaticano o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

No texto da encíclica, o papa denuncia a mentalidade de lucros a todo custo da economia globalizada e lamenta que a ambição tenha trazido a atual crise econômica. "O lucro é útil se serve como meio para um fim (...) Quando o lucro se torna a meta exclusiva, se é produzido por meios impróprios e sem o bem comum como seu fim último, surge o risco de destruição da riqueza e criação da pobreza", diz o texto.

Bento 16 diz ainda na encíclica que os países industrializados devem reduzir seu consumo de energia, tanto para tratar melhor o ambiente como para deixar os mais pobres terem acesso a recursos energéticos. "Um dos maiores desafios diante da economia é alcançar um uso mais eficiente, e não o abuso, dos recursos naturais, baseado na noção de que 'eficiência' não vem sem um custo."

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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