Líderes do G8 apontam "sinais de estabilização" na economia global
da France Presse, em L'Aquila
da Efe, em L'Aquila
da Folha Online
Os dirigentes do G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia) veem "sinais de estabilização" da economia mas advertem que "riscos permanecem", em seu projeto de declaração comum divulgado nesta quarta-feira por fontes diplomáticas.
"A situação continua incerta e riscos permanecem para a estabilidade econômica e financeira. Observamos sinais de estabilização de nossas economias e pensamos que a inversão de tendência será reforçada quando nossas medidas [de apoio] terão atingido seu máximo efeito", diz o documento.
"Daremos os passos necessários, individualmente e coletivamente, para levar de volta a economia mundial no caminho de um crescimento forte e duradouro."
A crise econômica mundial é um dos principais temas de discussão do G8, que começa hoje e termina na sexta-feira (10) na cidade de L'Aquila (centro da Itália).
Segundo a fonte, a declaração não inclui indicação sobre um nível aceitável dos preços do petróleo, cuja volatilidade pode prejudicar a recuperação econômica, limitando-se a mencionar a importância da colaboração entre países produtores e consumidores.
A cúpula do G8 começou hoje após a chegada de todos os líderes políticos convocados para a reunião. O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, recebeu os convidados no quartel da Guarda de Finanças de L'Aquila. Todos chegaram ao local do encontro em pequenos veículos elétricos.
Com um aperto de mãos e uma foto oficial, Berlusconi recebeu o presidente americano, Barack Obama, que aterrissou ao redor das 10h15 locais (5h15 em Brasília) no aeroporto militar de Pratica di Mare, ao sul de Roma, junto com sua esposa e suas duas filhas.
O último a chegar à capital italiana e depois a L'Aquila, a cidade mais afetada pelo terremoto ocorrido a região central da Itália em abril, foi o presidente francês, Nicolas Sarkozy. Sua mulher, Carla Bruni, só deve chegar amanhã (9).
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